quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O DESAFIO PRINCIPAL DESTA GERAÇÃO WHATSAPP É MUDAR A VIDA E CRIAR O FUTURO PORQUE SENÃO ELE NÃO EXISTIRÁ

Não se trata só da virada de 2016 para 2017 mas a questão da hora é passar desta realidade atual de violência e de destruição para um outro tipo de vida através duma estrutura sustentável e feliz onde homens e mulheres sejam humanos de verdade, a natureza sobreviva em equilíbrio com a economia e a paz prevaleça entre os países e as pessoas: é a única chance de futuro para a nossa espécie 

 

 
Fim de ano aqui agora questionando a geração WhatsApp...

 
...no dia a dia do consumismo atual

 

Acabo de ler um texto da oceanógrafa Isabel Cristina Gonçalves no site Pragmatismo Político e ela que é do interior do Brasil, mestre em Educação e doutora em Meio Ambiente, pós- doutoranda pelo ITA prevê ou faz uma premonição sobre o que acontecerá quando acabar as festas do fim de ano e o dia a dia com todas as formas costumeiras de violência e de dificuldades tiver que ser de novo enfrentado a partir da primeira segunda feira de 2017.  Drª Isabel Gonçalves se refere aos variados casos violentos noticiados agora entre o Natal e o Ano Novo nos bastidores das festas de fim de ano pela mídia local, regional, nacional, internacional. Bom Dia Brasil, Chico Pinheiro na segunda feira, 2 de janeiro de 2017, fala de quem acorda cedo e vai para a luta de sempre. E depois, esse cara chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua TimeLine no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial (já  que não está nem aí pro contexto e a complexidade nem do que vivencia nem das reportagens rolando no telejornal da TV). Se alguém perguntar quem quem está à mesa ali ao lado (todos, adultos e crianças ligados ou brincando com o celular), é possível que ninguém tenha se dado conta da pessoa que está ali perto, todos estão mais próximos dos amigos virtuais, mais online do que convivendo com os que que compartilham o mesmo espaço, a mesma mesa e a mesma comida. Parece algo trágico mas é o dia a dia, todos sentados à mesa assistindo TV, atualizando a conversa no WhatsApp, checando sua TimeLine no Facebook, outra vez o mesmo ritual. Depois ainda, alguns voltam pro trabalho, a garotada para a aula de computação, inglês, outros vão para a academia, de noite, muito estudam. Isabel Cristina Gonçalves, ecologista, continua dizendo que à noite a maioria ficará no quarto navegando no note ou viajando na balada ou conversando pelo skype ou jogando online até a hora de dormir. No final de semana, muitos dormirão mais na véspera para se prepararem para o embalo da noite, todos vão querer pegar todos e todas e beberão até cair. Esse rítmo começa desde muito cedo. É o mundo do parecer ser, do fake, do consumo, do corpo perfeito, da mentira perfeita, do dinheiro a qualquer custo, do exibir o que tem ou o que não tem, da exposição sem limites, da falsa propaganda que vivemos uma vida maravilhosa mas todos sabendo que é uma realidade de ficção ou de mentira. O texto de Isabel Cristina analisa em detalhes o cotidiano da atualidade da maior parte das pessoas que nem percebem ou fingem não ver a chuva que não chove, a ventania que derruba casas, o agrotóxico que envenena as frutas e as verduras, o sofrimento da maioria da população nas filas. Ela termina a sua análise da realidade: "Quando somos jovens, acreditamos que sabemos tudo, que estamos prontos para a vida, mas viver nos ensina que a gente não sabe nada nem sobre a gente mesmo. Compreender e aceitar que não somos e nunca seremos perfeitos, que simplesmente não sabemos quase nada e nem temos certeza de tudo, nos torna mais abertos, mais humanos, mais doces, mais amorosos e tolerantes, com nós mesmos e com os outros. Mas para que principalmente os que são mais jovens possam compreender tudo isso, precisamos criá-los para que sejam mais humanos, colaborativos, criativos, transgressores,  rebeldes. Para isso, precisarão ser ensinados que serão alguém, não pela quantidade de bens que possuírem e exibirem, mas sim, pelo ser humano que possam ser, ser, como verbo de ação!". A mensagem está muito íntegra, é um estímulo para mudar e avançar a nossa condição de vida. Isso é o que a gente aqui do blog da ecologia, da cidadania e da não violência Folha Verde News quer alertar agora, temos que mudar e avançar para criar um outro modo de viver. Criar o futuro. Ou ele não existirá para nenhum de nós. (Antônio de Pádua Silva Padinha)

Um ser humano de verdade nessa vida de mentira...
...será capaz de mudar a realidade e de criar o futuro

 

Fontes:  www.pragmatismopolitico.com.br

              www.folhaverdenews.com 

7 comentários:

  1. Depois mais tarde nesta seção de comentários além de mensagens e de opiniões outras informações sobre esta pauta da hoje: o fim de ano dentro do dia a dia da vida de consumo, nas basta mudar de ano, é preciso mudar de vida.

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  2. Aguarde a nossa próxima edição aqui nesta seção e participe você também: você pode postar aqui o seu comentário ou a sua opinião, se preferir, envie a sua mensagem para o e-mail da redação do nosso blog navepad@netsite.com.br

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  3. Outra opção é você enviar sua msm direto pro nosso editor de conteúdo aqui do blog da ecologia através de padinhafranca603@gmail.com

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  4. "Não deu tempo de ler todo este texto mas vou tentar à noite em casa, de toda forma, curti muito o lance de criticar o fim de ano da nossa geração WhatsApp": comentário de Yuri Almeida, enviado pro nosso editor.

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  5. "Já tinha ouvido uma notícia sobre o trabalho da oceanógrafa Isabel Gonçalves e agora aqui nesse blog que consulto direto de novo, ela sempre tem uma posição interessante, coincide com as críticas que muitos ecologistas fazem da sociedade de consumo e da cultura atual da violência": comentário de Josué Miranda, de Cuiabá (MT), empreendedor na área turística.

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  6. "Chego a ficar horrorizada com o volume de vídeos sem qualidade que rolam no Youtube como um reflexo também da cultura predominante nessa sociedade de consumo, me preocupo com meus filhos e com toda a nova geração": comentário de Marina pereira Alves, do Rio de Janeiro, que se formou Engenheira pela UFRJ e supervisiona vendas em empresa de Informática.

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  7. "Virar cidadãos ou cidadãs de verdade é o 1º passo para uma pessoa se tornar um ser humano em meio à violência da vida de hoje": comenta Mário Alves de Lima, Uberlândia (MG)que nos enviou por e-mail uma série de fotos e informações sobre a falta de sentimento humanitário na realidade do país. Em breve, vamos usar em uma matéria dentro desta pauta, Mário, obrigado. Ele atua como professor de Inglês.

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