quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

ESTÁ SENDO MUITO USADA NOS ESTADOS UNIDOS UMA ARMA QUE FOI COMUM E VITORIOSA NA ÉPOCA DA DITATURA NO BRASIL

E os comediantes americanos estão se tornando campeões de audiência formando a oposição mais feroz a Trump hoje nos Estados Unidos: a arma da inteligência


A história muitas vezes se repete e quase sempre o Brasil imita o que faz sucesso no chamado 1º Mundo, porém, desta vez, está ocorrendo uma mudança nesta tendência, nos States está sendo imitada uma fórmula que deu certo por aqui em nosso país há 4 décadas atrás:  por aqui, O Pasquim talvez tenha sido o mais contundente veículo de mídia no período da Ditadura, jornalistas, humoristas e outros personagens da cultura brasileira contribuíram para esta jornal semanal e deram fôlego a este tipo de imprensa humorística que parece estar infelizmente abandonada em nosso país, cá entre nós, violento e mal humorado. Mas, hoje nos Estados Unidos a fórmula de sucesso contra ditadores no Brasil, humor e cultura, está sendo a mais usada para neutralizar as ações do governo de Donald Trump, em especial, nas medidas não humanitárias ou que contradizem os princípios tradicionais da democracia americana. Em cima disso, a BBC está realizando debate e matéria, por exemplo, as esquetes do Saturday Night Live vem estourando audiência ao satirizar Trump, está conquistando agora a maior audiência nos 22 anos que está no ar. O comediante Greg Shapiro em resumo diz que Donald Trump é um prato cheio para os humoristas: "Seus olhos nunca estão totalmente abertos e a sua boca nunca está totalmente fechada". Ele mesmo reconhece um ponto, como a população dos USA está dividida entre amor e ódio ao novo Presidente, "fica mais fácil fazer piadas e sátiras dele que logo se transformam em notícia nacional e sucesso, o clima político quente agora em pleno inverno, favorece este fenômeno". 


O imperador Trump é um prato cheio pros humoristas assim como foram os ditadores brasileiros para O Pasquim


 







Há quem diga até que O Pasquim só fez sucesso enquanto houve a  Ditadura Militar, mas a melhor experiência jornalística brasileira do período de trevas democrática, não só se tornou agente político para a revisão de costumes e mesmo, pela anistia de presos e exilados, como serviu de parâmetro para a liberdade de informação dali em diante, "Hoje, o Brasil parece ter se esquecido desta estratégia de comunicação, anda bastante violento e sem graça", comenta o editor de conteúdo do nosso blog de cidadania e de ecologia Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha.  Isso também vai se repetir nos States? O certo é que vários programas humorísticos de TV e vários chargistas e cartunistas da imprensa estão fazendo hoje em dia nos Estados Unidos um furor que que transforma a comédia numa arma politicamente feroz, mesmo porque, usa a inteligência. O humor é agora a oposição mais forte ao Governo Trump. "A comédia o atinge", falou Michael Moore para uma multidão de manifestantes: "Se zombam dele, o ridicularizam ou simplesmente mostram que ele não é tão popular assim nem está tão certo, ele explode", acrescentou ainda este cineasta: "Formemos um exército de comediantes e  derrubaremos Trump". Ele repetiu o mesmo comentário após um estrondoso sucesso de audiência do programa "The Daily Show", comandado por Trevor Noah e que usou a arma do humor. Para criaticar o Presidente e conquistar mais telespectadores. Confira mais detalhes sobre esta pauta na seção de comentários aqui do blog, OK?
 

Fontes: BBC
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. "Esse "exército" de comediantes tem como seus principais porta-vozes programas como The Late Show (CBS), com Stephen Colbert, Last Week Tonight (HBO), com John Oliver, Full Frontal (TBS), com Samantha Bee, Late Night (NBC), com Seth Meyers, e The Daily Show (Comedy Central), com Trevor Noah.
    Mas o programa de mais sucesso na era Trump talvez seja o Saturday Night Live. Os esquetes da veterana atração da rede NBC imitando o presidente e sua equipe de governo fazem rir com uma proposta diferente da adotada pelos talk shows: repetem os atos do republicano, às vezes palavra por palavra.
    "Senhor Guacamole", comenta a BBC.

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  2. "Acabei de tentar ver 'Saturday Night Live': é impossível de assistir! Totalmente tendencioso, nada engraçado e a interpretação de Baldwin não poderia ser pior. Triste", comentou por sua vez o presidente Trump sobre o programa de TV com superaudiência agora.

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  3. Nesta semana, a NBC informou que a atual temporada do "Saturday Night Live" é a mais assistida em 22 anos, com uma média de 10,6 milhões de telespectadores por episódio. Para Trump, porém, o programa de humor emblemático da televisão americana, que está há 42 anos no ar, é "chato", "terrível" e "o pior da NBC", como ele tuitou em diversas oportunidades. E a cada resposta de Trump aparecem mais argumentos para os humoristas e os críticos do estilo e do conteúdo de Donald Trump.

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  4. Logo mais, mais detalhes sobre a linguagem do humor nos USA hoje e no Brasil ditatorial, aguarde nossa edição, confira. Você pode colocar aqui a sua mensagem ou opinião, se preferir, envie um e-mail com a sua mensagem para a redação do nosso blog que é o navepad@netsite.com.br

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  5. Outra forma de participar é contatar o nosso editor de conteúdo aqui no blog, mandando a sua mensagem ou a até sugestões de pauta para o e-mail dele que é o padinhafranca603@gmail.com

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  6. "Uma boa sacada esta matéria e uma coisa é certa, quanto maior a reação a uma piada, ela fica mais engraçada e faz mais sucesso, isso vale pro Trump e para o Brasil, que realmente deveria usar mais a linguagem do humor": comentário de Aldair Mendes, que fez Comunicação na Unesp de Bauru (SP).

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  7. "Hoje cresceu a quantidades de charges e de cartuns criticando autoridades brasileiras em meio a situações de corrupção e violência que assolam o Brasil": comentário de Geraldo Alves Pereira, de São Paulo, professor universitário.

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  8. "Boa a arma do humor que é na verdade uma armadilha para pegar duro com desvios das autoridades": comentário de Júlia Santos, de Juiz de Fora (MG), que nos manda notícias a este respeito na mídia da sua região. Ela atua em empresa de agrimensura.

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