segunda-feira, 17 de abril de 2017

BOA E MÁ NOTÍCIA NESTA NOVA PESQUISA SOBRE ALIMENTAÇÃO E HÁBITOS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA ATUALMENTE


A boa informação é que um em cada três brasileiros consome frutas e verduras regularmente mas a má notícia é que menos pessoas estão hoje comendo feijão

 






As crianças são o setor mais importante desta pauta...




...em busca do avanço da alimentação mais saudável


A jornalista Paula Laboissieri, da Agência Brasil, nos informa que o consumo regular de frutas e hortaliças aumentou no país nos últimos oito anos, passando de 33% em 2008 para 35,2% em 2016, sendo que a tendência de consumo continua crescendo em 2017. Os dados foram divulgados hoje pelo Ministério da Saúde. Ainda assim, apenas um em cada três adultos brasileiros consome esse tipo de alimento em pelo menos cinco dos sete dias da semana. A pesquisa  da Vigitel, sobre fatores de riscos de saúde, feita por telefone. revela ainda que os hábitos, nesse caso, são melhores entre as mulheres: o consumo regular de frutas e hortaliças no grupo passou de 38,6% para 40,7% em um ano, já entre homens os percentuais passaram de 26,4% para 28,8%, um crescimento menor. Ainda de acordo com o estudo, o consumo regular de feijão entre os brasileiros caiu nos últimos quatro anos, passando de 67,5% em 2012 para 61,3% no período de um ano e esta queda preocupa do ponto de vista da Saúde Pública. A combinação típica brasileira de arroz com feijão é importante para a dieta: o feijão que menos gente está consumindo agora, é uma leguminosa rica em ferro, Vitamina B, potássio, sais minerais, fibras. Aumentou a onda de consumo do feijão verde entre pessoas que buscam emagrecer, ele tem menos calorias e o mesmo valor nutricional.  Entre os homens, o índice de consumo diário de feijão em geral  passou de 74,2% para 67,9% no período e, entre as mulheres, o consumo caiu de 61,7% para 55,7%. O hábito regular de consumir refrigerantes e sucos artificiais também diminuiu em vários seguimentos da população brasileira nos últimos nove anos em que foi feita esta medição, passando de 30,9% para 16,5%. Entre os homens, o índice passou de 35,7% para 19,6% no período e, entre as mulheres, de 26,9% para 13,9%. Um outro ponto de interesse desta pesquisa Vigitel é que o levantamento também aponta que a prática de atividades físicas no tempo livre do brasileiro aumentou nos últimos anos. Em 2009, o indicador era de 30,3% e, agora está em torno de 37,6%. A prevalência, segundo o ministério, diminui com a idade, sendo a prática de exercícios mais frequente entre jovens de 18 a 24 anos (52%) e menos frequente entre pessoas com 65 anos ou mais (22%). Em termos de profilaxia, no sentido de cuidar da saúde para evitar doenças, o crescimento da busca duma alimentação mais saudável (menos doces e mais frutas, legumes, verduras, mais água, tudo combinado com atividades físicas), o resultado da pesquisa é positivo, porém, na baixa do consumo de feijão, talvez devido à crise na economia, este fato é negativo e segundo nutricionistas entrevistadas, em resumo, pode facilitar o enfraquecimento das pessoas e o aumento de doenças ou também o tamanho do desafio da Saúde Pública no país. Mais informações na seção de comentários em nosso blog.



Aumentou o consumo de legumes, verduras mas caiu o de feijão

O feijão, uma leguminosa essencial na dieta brasileira


Alimentação saudável com atividade física, mais saúde e menos doenças

Fontes: Agência Brasil 
             www.folhaverdenews.com 
 

8 comentários:

  1. A pesquisa Vigitel é um espelho da realidade brasileira de agora. Um outro dado, que foi levantado anteriormente, é que a região sul é onde mais se consomem frutas e hortaliças no Brasil na atualidade.

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  2. O consumo recomendado de frutas e hortaliças na região sul está acima do índice nacional (24,1%). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ingestão necessária é de pelo menos 400 gramas desses alimentos diariamente.

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  3. Por sua vez, o livro "Alimentos Regionais Brasileiros" estimula o consumo da alimentação mais saudável, capaz de promover mais qualidade vida, reduzindo a obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças. Esta publicação traz dicas de como cozinhar com mais saúde e pratos típicos de cada região do país.

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  4. “A diversidade culinária e variedade de frutas e hortaliças do Brasil possibilita à população manter uma alimentação saudável. O livro "Alimentos Regionais" é um marco importante para priorizar a alimentação segura e mais saudável, valorizando a cultura e os saberes das práticas regionais”: comentário de Adauto Morais, técnico nutricionista do Ministério da Saúde em Brasília (DF).

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  5. Os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) já mostraram em outras edições que as capitais da região sul estão entre as dez cidades que mais consomem frutas e hortaliças. Florianópolis, com 35%, é a cidade com o melhor índice em todo país. Seguida de Curitiba (30%) e Porto Alegre (29%). Esta situação continua valendo ainda.

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  6. Além de frutas e hortaliças, o Vigitel traz ainda outros dados importantes sobre a alimentação dos brasileiros. O estudo mostra que 29,4% da população ainda consome carne com excesso de gordura. No Sul, Curitiba é a capital em que o consumo é maior, com 32,7%. Porto Alegre (29,3%) apresenta índice semelhante ao nacional. Já Florianópolis (25,7%), está entre as capitais com menos percentual de gordura animal em relação ao restante do país.

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  7. A pesquisa Vigitel tem apontado também que o brasileiro tem diminuído a ingestão de refrigerante. O consumo desse produto diminuiu 20% nos últimos seis anos. No entanto, mais de 20,8% da população faz uso de refrigerantes cinco vezes ou mais na semana.

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  8. "Feijão Maravilha...Dá saudade da fartura que era o feijão no Brasil, espero que haja uma gestão de agroecologia para acertar a produlçao de alimentos": comentário de Tadeu Martins, de Uberlândia, Minas Gerais, onde ele faz Medicina na Federal.

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