sábado, 29 de abril de 2017

NA ERA DIGITAL E DA VELOCIDADE DAS COMUNICAÇÕES MÍSSEIS E VIOLÊNCIA NA CONTRAMÃO DA PAZ CADA VEZ MAIS URGENTE HOJE EM DIA

Estados Unidos entram na pilha de pequeno país com líder alucinado e radical colocando o planeta mais uma vez à beira até de guerra mundial que pode ser evitada com inteligência, tecnologia e arma cultural da chamada civilização


Uma tragicomédia mundial e humana no ringue da violência hoje

Os repórteres da agência de notícias Reuters Matt Spetalnick e David Brunnstrom nos passam a informação sobre o risco dos Estados Unidos acelerarem mais ainda nos próximos dias ou horas as ações militares contra a Coréia do Norte, que programa após falhar na sexta feira, mais um teste de míssil: pacifistas, ecologistas, ativistas da não violência e especialistas em comunicações lamentam esta situação que destoa dos recursos da atualidade para se buscar diálogo em meio a discordâncias e evitar conflitos armados, que têm a ver com a cultura de violência (muito atual nas sociedades de consumo em todo país, mas em desacordo com o potencial cada vez maior de tecnologia e de negociação entre países). A ONU já enviou dezenas de observadores à região que pode protagonizar em pleno Século 21 uma guerra entre os dois países, que só atenderá os interesses da indústria armamentista. O Governo Trump pode responder ao último teste de mísseis fracassado da Coreia do Norte, acelerando seus planos para novas sanções dos Estados Unidos contra Pyongyang, incluindo possíveis medidas contra posições militares nortecoreanas e chinesas, confirmou em off uma autoridade norteamericana à dupla de jornalistas escalados para cobrir este assunto que começa a preocupar não só as Nações Unidas mas as lideranças de quase todos os países, segundo  Matt Spetalnick e David Brunnstrom falaram ontem à noite para responder questionamentos nas redes sociais de pessoas em defesa do diálogo e da paz. Com a Coreia do Norte agindo em desafio às pressões dos Estados Unidos e da principal aliada norte-coreana, a China, Washington também poderá conduzir novos exercícios navais e colocar mais navios e aeronaves na região como uma demonstração de força, admitiram os dois repórteres, que não citaram as fontes de informação sob condição de anonimato: "É possível que algo possa ser acelerado", disse uma autoridade governamental dos States sobre a possibilidade de impor novas sanções unilaterais contra a Coreia do Norte. "Algo que está pronto poderá ser retirado de um pacote maior de ações agressivas". A fonte disse que o lançamento de mísseis foi o tipo de provocação que havia sido antecipada antes das eleições da Coreia do Sul em 9 de maio. O presidente Donald Trump está nervoso e pressionado, pode usar o teste atômico para exigir da China mais ação objetiva para controlar a Coreia do Norte. Por sua vez, este pequeno país com uma imprudência que pode ser definida também como uma forma de loucura, testou o lançamento de mais um míssil balístico numa região ao norte de sua capital.  Mesmo que o teste tenha fracassado, segundo informaram militares da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, eles foram feitos apesar de todas as advertências, inclusive da ONU. A tensão chega a um volume de intensidade muito perigoso, apenas uma única esperança é o alerta dos pacifistas de várias nacionalidades pelo bom sendo e pelo diálogo, ao invés de guerra, atualmente existe a arma cultural para agir e mudar uma realidade com várias alternativas para evitar o pior neste conflito que na sua essência está remontando velhos fantasmas e ódios, não são somente a Coréia do Norte e os Estados Unidos que estão em meio a este duelo, numa palavra, idiota.  O risco de guerra existe mas a solução da paz também, por enquanto, a situação está em um empate técnico, segundo as fontes militares que os jornalistas Matt Spetalnick e David Brunnstrom conseguiram ouvir além de notícias do site espanhol El Pais entrevistando observadores da ONU. 

Além dos personagens mais evidentes nessa loucura....

...há fantasmas e ódios americanos, chineses, russos etc...

...o que não justifica mas explica a tragicomédia USA X Coréia do Norte


Confira mais informações e detalhes na nossa seção de comentários 

Fontes: Reuters - El Pais - Yahoo
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. "O bombardeio dos Estados Unidos contra o regime sírio de Bashar al Assad irrompeu no que ia ser uma cúpula já difícil entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o chinês, Xi Jinping. A demonstração de força pôs pressão sobre Pequim, que se tem alinhado com a Rússia na ONU nesse conflito, e mandou uma mensagem evidente sobre a questão da Coreia do Norte, na qual Washington pede mais firmeza à China. O ambiente do lugar do encontro, Mar-a-Lago, a luxuosa propriedade do bilionário presidente na Flórida, foi o único ponto de relaxamento na visita": comentário em matéria de hoje no site El Pais.

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  2. "O presidente Trump indicou a Xi que seria bem recebida qualquer ideia que pudessem ter ou de outras ações que poderíamos adotar, e que estaríamos felizes em trabalhar com eles, mas entendemos que isto cria problemas singulares para eles e desafios, e que estaríamos, estamos dispostos a traçar nosso próprio caminho se for algo que a China for incapaz de fazer”: comentário do secretário de estado dos USA, Rex Tillerson, ouvido pela ONU.

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  3. "O primeiro cara a cara era um campo minado, não só por tudo o que os separa. A chegada do empresário nova-iorquino à presidência dos Estados Unidos, que deixou todo o mundo em alerta por sua guinada nacionalista, servira a um regime comunista como o de Pequim para passear pelo fórum de Davos como novo líder do livre comércio ou para ficar na dianteira nas manifestações de luta contra as mudanças climáticas, apesar de ser o país que mais emite gases do efeito estufa. Ainda assim, ambos os líderes concordaram em pôr em operação um plano de 100 dias para negociações sobre comércio, uma de suas principais frentes em aberto, para dar impulso às exportações norte-americanas e reduzir o déficit com a China, de 347 bilhões de dólares (1,1 trilhão de reais": comentário do secretário de Comércio dos EUA, Wilbor Ross, transmitido pela agência Reuters.

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  4. "O ditador Kim Jong-un e Donald Trump são duas faces da mesma tragédia da desumanidade atual": comentário do ecologista ligado à não violência que edita nosso blog: "Mas há outros personagens ou fantasmas nessa tragédia da hora, da Síria, da Rússia, da China, do escambau".

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  5. "Em uma entrevista ao Financial Times, Trump alertou que agiria de modo unilateral para eliminar a ameaça nuclear que o regime de Kim Jong-un representa se Pequim não se envolver mais. A sensação de que a potência asiática não fez o bastante para cumprir as sanções econômicas impostas à Coreia do Norte ou submetê-la a outros reveses não é nova em Washington, mas foi a Administração Trump que começou a usar palavras duras e aumentar a tensão": comentário que resume o clima da situação pré-conflito ouvido nos bastidores da ONU, matéria de El Pais.

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  8. "Minha sugestão é por num ringue de MMA ao vivo pela TV e Web para todo o mundo Kim Jong-un e Donald Trump na luta mais idiota do mundo": comentário de Leonor de Almeida, jornalista em Cuiabá (Mato Grosso).

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