quinta-feira, 18 de maio de 2017

SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO BRASILEIRO PODE TAMBÉM GARANTIR INTERNET E BANDA LARGA PARA TODAS REGIÕES DO PAÍS (ENFIM UMA BOA NOTÍCIA VINDA DE BRASÍLIA...)



O Satélite Geoestacionário do Brasil foi lançado de centro espacial da Guiana Francesa levará Internet de banda larga até em áreas hoje carentes de tecnologia como da saúde e educação bem como para estudantes sem recursos em toda região brasileira e é claro para a comercialização empresarial, confira detalhes aqui

 
O chamado SGB já está no ar

 
O lançamento na Guiana Francesa foi um avanço para o Brasil


Nestes dias, a Voz do Brasil deu notícias sobre o Satélite Geoestacionário lançado na semana passada a partir da Guiana Francesa e que vai levar Internet rápida para todo o país, garantindo o acesso à banda larga até mesmo em áreas não comerciais como saúde e educação. "O ideal é que a web possa ser acessada gratuitamente por todo e qualquer cidadão ou cidadã em todo o país", comentou por aqui ao editar esta matéria o nosso editor de conteúdo do blog do movimento ecológico, científico e de cidadania Folha Verde News, Antônio de Pádua Silva Padinha. "A banda larga é essencial para todos atualmente em qualquer país, sendo essencial para a informação, para a vida cultural e para a economia dos países e das pessoas", argumentou ainda o ecologista Padinha. Ele também lembra que  por conta de sua dimensão continental, o Brasil  não tem ainda hoje condições de levar banda larga a todos os cantos do país e, além do mais, como se trata hoje dum produto de consumo, a maior parte da população brasileira não tem recursos para contratar serviços de Internet. Em seu noticiário a Agência Brasil procurou destacar que na área da saúde, o satélite vai permitir que hospitais e postos de saúde até em locais mais afastados ou remotos possam ter acesso à rede mundial de informação por computadores, permitindo o intercâmbio de informações entre os profissionais e melhorando o atendimento a pacientes ou a atuação dos médicos. Os médicos vão poder conversar com os outros equipamentos públicos de todo o Brasil. Da mesma maneira positiva, na educação, hoje no país já temos identificadas 7 mil escolas que poderão receber banda larga gratuitamente através desse satélite geoestacionário. Uma outra vantagem é que o equipamento será totalmente comandado pelo Brasil. Este detalhe é da maior importância, também estratégica, atualmente diversos satélites estão atuando no espaço territorial brasileiro, mas eles são de multinacionais, propriedade de empresas de outros países. Agora, pode ser que, dependendo da implantação duma gestão democrática e de cidadania no país, este novo sistema de tecnologia de ponta seja colocado a serviço de toda a nossa população. Precisamos estar atentos e cobrar a melhor utilização deste Satélite Geoestacionário. O seu projeto foi desenvolvido numa uma parceria entre os ministérios da Defesa com o da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, orçado inicialmente em 700 milhões, o custo atual chegou a quase 3 bilhões de reais. Segundo assessores dos dois ministérios que participaram deste projeto, o custo não é barato, mas em compensação ele deve ser considerado um investimento. Valerá a pena se qualquer brasileiro tiver condições de receber Internet e banda larga em sua casa seja onde ela for, em toda cidade ou até numa floresta do Brasil, que com esta tecnologia poderá também exercer sua soberania nacional. Há um sentido comercial neste projeto, parte da capacidade do satélite será alugada para empresas privadas para oferta de banda larga, a ser comercializada especialmente para regiões mais distantes ou para empreendimentos empresariais.
 
 
 Aqui, o momento em que o Satélite Geoestacionário era lançado


 
A Telebras vai ficar com a capacidade necessária para oferecer serviços gratuitos pelo menos nos setores de saúde e educação, comercializando outra parte para gerar concorrência na oferta  e na exploração de Internet por exemplo em empreendimentos empresariais. A concretização do primeiro satélite do Sistema Geoestacionário Brasileiro (SGB) estava prevista desde de 2012 e só agora o avanço foi conseguido. Ele é considerado fundamental para as telecomunicações do Brasil em geral e, em particular, para a comunicação estratégica do sistema de defesa nacional. Desde a privatização da Embratel, os serviços de satélite utilizados oficialmente pelo país são fornecidos por empresas privadas e agora finalmente vai superar essa dependência. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), oito satélites geoestacionários possuem autorização para operar no Brasil: seis deles são explorados pela empresa Star One, pertencente à Embratel, um pela Telesat Brasil; e outro pela Hispamar. Os satélites são vitais para todos os serviços de comunicação, até por exemplo para o funcionamento dos canais por assinatura, TVs abertas, telefonia e Internet em banda larga, além de rastreamento, atividades de defesa nacional, monitoramento e pesquisa ambiental também, enfim, um instrumento fundamental na atualidade. Enfim, uma boa notícia vinda de Brasília.



O alcance do Satélite Geoestacionário estratégico pro Brasil

Internet gratuita de banda larga para todos no Brasil seria o melhor


Fontes: www.portalcorreio.com.br
             Agência Brasil
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. Os chamados Satélites Geoestacionários são os que navegam em órbita equatorial, a 36 mil km de altitude, com rotação completa a cada 24 horas. Visto do solo, parecem estar fixos sobre certo ponto. São usados em transmissões de comunicação e de dados. Serviços de satélites também servem para previsão do tempo, monitoramento da ocupação urbana, fiscalização ambiental, controle do espaço aéreo, vigilância de fronteira e sistemas de navegação civil e militar, entre outras finalidades, como também pesquisa tecnológica.

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  2. O Brasil através deste Satélite Geoestacionário agora também deve superar a dependência de serviços estrangeiros quando a necessidade é de geração de imagem por satélite. Segundo estudo de especialistas, nosso país é o terceiro maior cliente de imagens produzidas por satélites norte-americanos. Entre os órgãos que compram dados, estão Embrapa, Petrobrás, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a gente espera que seja feita a melhor utilização, inclusive de caráter cultural e social.

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  3. "Essa situação de dependência se aproximava do absurdo absoluto para o Brasil. Todas as comunicações brasileiras eram antes feitas por satélite alugado, agora temos o nosso. Teremos que ser capazes de, no futuro, fazermos os nossos satélites sozinhos ou em cooperação com outro país ou empresa mas com controle da tecnologia": comentário de José Reis Moreira, engenheiro eletrônico, quando hoje no Rio de Janeiro (RJ).

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  6. "Por exemplo, um dos proprietários dos satélites usados pelo Brasil era o Carlos Slim, um mexicano. No momento em que ele, por um ou outro interesse desviasse meio grau os satélites, ficariamos sem as nossas informações. essa era uma das grandes vulnerabilidades do Brasil não só em matéria de defesa nacional, mas em tecnologia, em comunicações e em serviços de banda larga para acesso da população. Ainda há necessidade mai mais avanços no setor": comentário de Fernando Urias de Melo, de São Paulo (SP), executivo.

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  7. "Gostaria mesmo que entre os serviços deste satélite SGB fosse disponibilizada Internet de banda larga gratuitamente para vários setores da população brasileira, carentes dum avanço": comentário de Júlia Maria, TI, de Vitória (ES). m

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  8. "Ainda que seja tecnologia francesa e tenha sido lançado na Guiana, de toda forma é do Brasil, o importante é o uso deste instrumento de avanço servir ao interesse da Nação e do seu povo": comentário de Antenor Pereira, advogado, de São Bernardo do campo (SP).

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