segunda-feira, 5 de junho de 2017

A DATA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE DA ONU HOJE MARCA UM DIA DE LUTO E DE LUTA DEVIDO À VIOLÊNCIA EXTREMA CONTRA A VIDA

Unicef denuncia morte de 1000 crianças na Síria e por vários países ou até em especial no Brasil, na China e nos Estados Unidos várias formas de violência extrema também contra a natureza e o próprio futuro da vida: dia de luto por isso e de luta para mudar e avançar esta realidade em todo o mundo e por aqui também

Mais de mil crianças mortas na Síria mas a Anistia Internacional mostra que...

...em 2014, 2015, 2016 e 2017 a violência chega a índices extremos no Brasil

Uma denúncia marca o Dia Mundial do Ambiente nesse 5 de junho de 2017, o Fundo das Nações Unidas Para a Infância mostra a dimensão da guerra na Síria: em  6 anos de combates, nunca morreram tantas crianças quanto agora. Só em 2016, 652 crianças foram mortas na Síria, 20% a mais do que em 2015, a projeção para 2017 é mais 30% desta violência extrema. Das mil crianças mostras e já identificadas, duzentas e cinquenta e cinco estavam dentro ou perto de escolas. E mais, cada vez mais crianças são recrutadas para lutar na guerra civil. No ano passado, foram 850, o dobro do ano anterior. É a guerra da Síria, o terror do Estado Islâmico, a estrutura precária ou condição desumana dessa vida onde a realidade ali é mais dura para as crianças, 2,8 milhões estão vivendo em áreas de difícil acesso e 280 mil moram em cidades sitiadas. Desesperadas, muitas famílias tomam medidas extremas pela sobrevivência dos filhos. Algumas empurram as filhas para casar ainda meninas. Em dois terços dos lares, as crianças são obrigadas a trabalhar e muitas vezes em condições extremamente cruéis. Algumas são colocadas em navios ou barcos para tentarem um refúgio na Itália, na Europa, crianças sozinhas, correndo todos os riscos de vida. Neste momento, quase seis milhões de crianças dependem de ajuda humanitária e quase 2,5 milhões vivem como refugiadas ali e em países vizinhos, como Turquia, Líbano e Jordânia. O Unicef faz um apelo para o fim do conflito e das mais graves violações contra os seres humanos mais vulneráveis. A gente aqui no blog da ecologia, da cidadania e da não violência, entre tantos eventos e notícias nesta data internacional e oficial da ONU, a gente aqui do Folha Verde News enfoca estes fatos como os principais do momento, assim abrimos aqui nosso webespaço para o debate desta situação extrema. Claro que estamos informados e sempre atentos à violência antiambiental de Donald Trump, nos Estados Unidos e até desprezando o esforço de mais de 190 países para controlar os desequilíbrios do clima, algo que poderá aumentar o efeito estufa, o CO2, perigo de mais doenças no ar nos States e em toda Terra, eles são o segundo país mais poluidor do mundo, dominado pelo lobby do petróleo e da pior filosofia de sociedade de consumo. A China, nº 1 nesse ranking negativo, não fica por menos, mas pelo menos ultimamente (talvez para ganhar um espaço político no vácuo das loucuras de Trump), tem defendido e priorizado a implantação de fontes de energias limpas como a Solar e a Eólica. E finalmente, não podemos deixar de citar o Brasil que nesse vácuo de poder e overdose de corrupção, ameaça como nunca antes o equilíbrio ecológico do meio ambiente, pela falta duma gestão sustentável, pelo crescente aumento do desmatamento, redução de áreas de preservação, predomínio dos interesses das megaempresas do agronegócio a dano da natureza, genocídio dos povos indígenas (na verdade, os pais do nosso país), além de nas grandes cidades de quase todas as regiões brasileiras, violência extrema da polícia e da condição precária de viver a crianças, principalmente, nas áreas periféricas e contra pessoas negras e pobres. Não precisa mais nada para o nosso movimento de cientistas, ecologistas, de líderes de cidadania e de pessoas de vários setores da população com visão humanitária, com base nos dados do IBGE, da Anistia Internacional , da Unicef, de várias mídias mais responsáveis, é o caso de decretarmos luto nesta semana em que deveríamos estar celebrando o Meio Ambiente. A violência extrema da realidade atual impede que a gente celebre: ao invés de festa, dias de luto e de luta para mudar tudo isso.  Confira mais dados, informações e mensagens na seção de comentários aqui em nosso blog.


 


 
Para todas estas fotos na Síria, nos States ou daqui uma só legenda: violência 


Fontes: ONU - G1 - Reuters
             www.folhaverdenews.com
  
           

7 comentários:

  1. Já pesquisamos mais dados e recebemos algumas mensagens dentro deste enfoque de hoje, de luto e de luta, na data mundial do Meio Ambiente, da ONU, no planeta e no país, por aqui também.

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  2. Aguarde a nova edição desta seção de comentários em breve, venha conferir e participe você também, com a sua opinião, informação ou mensagem, que pode colocar direto aqui ou nos enviar por e-mail para a redação deste blog navepad@netsite.com.br

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  3. Você, se preferir, pode também com esse objetivo contatar o nosso editor de conteúdo aqui neste blog de ecologia, ciência da natureza, cidadania e não violência pelo e-mail padinhafranca603@gmail.com

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  4. "Concordo que hoje é um dia de luto e de luta, não é possível a ecologia numa realidade de violência": comentário de Juarez Silva Ferreira, pesquisador de Biologia, atualmente morando em Salvador (Bahia).

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  5. "O texto aqui no blog fala em genocídio contra os povos indígenas do país, é isso mesmo a começa que colocam um defensor assumido dos ruralistas e das invasões para presidir a Funai": comentário de Flávio Kayapó, advogado e que tem avós indígenas, atuando hoje em Brasília (DF).

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  6. "Um marco segundo o Unicef, mil crianças mortas na guerra da Síria, esse fato basta para que esta data mundial do Meio Ambiente, além de todas as agressões aqui e em todo lugar, só a violência infantil já basta para hoje ser um dia de luto e de luta": comentário de Cássio Freires, radialista, jornalista e videomacker, atuando em Franca (SP) e na Rádio Difusora AM.

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  7. "Tem autoridade pública por aí, participando de comemorações oficiais do Dia do Meio Ambiente, não há nada mais antiecológico neese país do que essa overdose de corrupção": comentário de Nadir dos Santos, de Belo Horizonte (MG), TI.

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