quinta-feira, 29 de junho de 2017

CADA VEZ MENOS PESSOAS NO BRASIL ACREDITAM QUE A MÍDIA É LIVRE DE INFLUÊNCIA POLÍTICA MOSTRA PESQUISA FEITA EM 36 PAÍSES

Smartphone supera computador para acesso de notícias no Brasil segundo pesquisa do Reuters Institute for the Study of Journalism da Universidade de Oxford, na Inglaterra, este estudo realizado em vários países agora mostra também um retrato da mídia na atualidade em que predomina a chamada Geração Z
 
 

Hoje, aqui no blog da gente, debate também sobre a chamada Geração Z
 


Brasileiros usam mais o celular como ponte para a informação: o estudo mostra também que o uso de redes sociais para notícias está diminuindo. Os smartphones ultrapassaram os computadores como o principal dispositivo usado para captar notícias no Brasil pela primeira vez esse ano, de acordo com um relatório sobre notícias digitais do Reuters Institute for the Study of Journalism da Universidade de Oxford, na Inglaterra, que está sendo divulgado agora em todo o planeta. A pesquisa internacional, feita com mais de 70 mil pessoas em 36 mercados, indicou que o uso de dispositivos móveis para ler notícias nas regiões urbanas no Brasil, por exemplo, chegou a 65 por cento, superando a participação de computadores, que aparecem com 62 por cento dos usuários da Internet. 

 
Brasileiros usam o celular como ponte para a informação
Cada vez mais brasileiros usam os Smartphones também para notícias 

Segundo o mesmo levantamento, o crescimento do uso de redes sociais antes de fazer compras é um fato, porém, para consultar notícias esta fonte está diminuindo em alguns países devido à crescente popularidade de aplicativos que não filtram seu conteúdo por meio de algoritmos, como o WhatsApp. Assim, até mesmo o campeoníssimo Facebook está em queda quanto à quantidade de acessos de internautas.

Não se trata só de mídia mas de toda uma nova cultura e forma de viver
 
 
No Brasil, o aplicativo de mensagens já rivaliza com o Facebook, sendo que hoje 46 por cento dos entrevistados utilizam o WhatsApp para ler e/ou compartilhar notícias, um aumento de 7 pontos percentuais desde o levantamento anterior. Para o Facebook, o número de acessos é de 57 por cento dos 70 mil entrevistados pelo estudo Reuters, 12 pontos percentuais a menos do que na pesquisa anterior.


 
 
 
No que se refere à confiança nos meios de comunicação, o Brasil é o segundo país do ranking, com 60 por cento dos entrevistados dizendo que confiam na mídia em geral. A Finlândia figura em primeiro lugar com 62 por cento, enquanto nos Estados Unidos a confiança nos meios de comunicação se situa em 38 por cento. A pesquisa indicou ainda que o percentual de pessoas que acreditam que a mídia é livre de influência política no Brasil caiu de 36 para 30 por cento na comparação de ano a ano. Um estudo de importância do Thomson Reuters, também para posicionamento do movimento cultural e de cidadania diante da realidade da mídia atualmente.




A Geração Z está crescendo junto com a tecnologia digital


Mapa da realidade mídia agora













Em cima desta pesquisa Reuters e de outras podemos entender melhor a realidade


Esta geração tem sido delimitada a pessoas que nasceram pós 1990 (vem crescendo junto com a tecnologia digital). Por exemplo, poder de compra: só nos Estados Unidos estes adolescentes e jovens movimentgam 44 bilhões de dólares. Chega a ser difícil para os marketers em qualquer lugar do mundo (por aqui também) acompanhar as mudanças ou as variações de comportamento. Para sintetizar, hoje para a maior parte dos adolescentes e já também das crianças, ter um celular e saber utilizar esta arma de comunicação, é o evento mais importante de suas vidas, na Geração Z até a namorada ou os amigos ou o time de futebol perdem importância diante dum celular, o microcomputador do dia a dia, o querido smartphone. Mais informações sobre esta realidade e a atual Geração Smartpohne (ou Geração Z) agora na era digital você pode ter hoje aqui na seção de comentários do nosso blog de ecologia e de cidadania, sendo que ecologia e cidadania atualmente estão também claramente sob a influência da tecnologia digital e da nova realidade da vida.
 
 

7 comentários:

  1. Mias informações sobre esta realidade e a atual Geração Smartpohne (ou Geração Z) nesta era digital você pode ter hoje aqui na seção de comentários do nosso blog de ecologia e de cidadania, sendo que ecologia e cidadania atualmente estão claramente sob a influência da tecnologia digital.

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  2. Logo mais postaremos aqui mais detalhes da informação deste e de outras pesquisas, aguarde e confira nossa próxima edição desta seção de comentários.

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  3. Você pode colocar direto aqui a sua informação, comentário, opinião ou mensagem mas se preferir envie por e-mail para a redação do nosso blog de ecologia e cidadania navepad@netsite.com.br

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  4. Uma outra alternativa é você contatar o nosso editor de conteúdo desse blog também para enviar material como vídeo ou fotos ou sugerir pautas ou matérias, mande para padinhafranca603@gmail.com

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  5. "Não somente os marketers estão com dificuldade de acompanhar mudanças de comportamento das pessoas, tudo está em transformação na realidade da vida, espero que haja evolução no sentido humano e cultural, o que não é algo tão fácil em meio às atuais sociedades de consumo": comentário de Darlene Alves de Sousa, que é de Vitória (ES) e atua no mercado publicitário.

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  6. Curti o texto sobre a pesquisa e a Geração Z, os comentários e o documentário, fazendo a diferença muito clara entre meio rural e urbano, nas cidades que os seres digitais vivenciam mais essa tecnologia": comentário de Isabel Marques, de São José dos Campos (SP), que se prepara para vestibular em Engenharia Eletrônica.

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  7. "Há uma diferença entre o que vi na TV Globo, no Jornal Hoje e aqui, lá enfatizaram que no Brasil é um dos países em que o povo tem confiança ainda na mídia, aqui no blog, vocês leram outro conteúdo no mesmo estudo, já diminuiu mais de 30% a confiança que brasileiros tinham que os meios de comunicação não sofrem influência política, portanto têm o problema da parcialidade": comentário de Fábio José, economista de Campinas (SP), que atua em empresas e entidades da Grande São Paulo.

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