sábado, 24 de junho de 2017

COMO ISCA DA PIRACATINGA OU DOURADINHA 2 MIL BOTOS SÃO MORTOS POR ANO NA AMAZÔNIA

Já a quase 3 anos esta prática é proibida mas o costume dos pescadores e o interesse dos mercados de peixe continuam vigorando e ajudando a extinguir os Botos, uma espécie rara e inteligente nativa do  Amazonas  


Cheio de lendas e desafios o Boto Cor de Rosa é raro e vital para a ecologia


Aqui a Piracatinga ou Douradinha ao lado da sua isca preferida...

Esta situação de violência está ajudando a extinguir os Golfinhos da Amazônia


A proibição está em vigor no Brasil já a 3 anos quase mas apesar disso, cerca de dois mil Botos (inclusive o raríssimo Boto Cor de Rosa)  ainda são mortos todos os anos. O fato dos Botos, uma espécie nobre e raríssima, ainda ser utilizado como isca para a captura desse peixe, de grande mercado, usado somente como isca, precisa ser contida ou pela fiscalização ou pela repressão da Polícia Federal ou Ambiental ou do ICMBio ou também por um processo de educação ambiental e popular. De toda forma, hoje a Piracatinga ou a Douradinha pode ser encontrado em quaisquer supermercados (e não só do Amazonas), fato que demonstra a continuidade da ação absurda e criminosa também para o meio ambiente, privado dos Botos que têm uma função ecológica essencial: "Além do mais, esta prática dissemina a violência contra os animais na população", comenta por aqui no blog Folha Verde News, o nosso editor, ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha.



A repressão ou fiscalização são insuficientes para este costume de interessa comercial

Para ajudar fiscais ambientais a identificarem os filés de Piracatinga e frear o comércio ilegal, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) criou uma cartilha, como nos explicou a pesquisadora da entidade Vera Maria da Silva, informando que já começou então, assim, um processo de educação ambiental e popular na Amazônia. De acordo com esta pesquisadora, na cartilha estão disponíveis fotos de peixes e informações sobre a Piracatinga para que os fiscais consigam distinguir uma espécie da outra, além da valorização dos Botos. Inicialmente, foram confeccionados só mil exemplares das cartilhas, que ficarão disponíveis gratuitamente em órgãos ambientais e no Inpa. Mas há empresas do Amazonas que já manifestam na imprensa intenção de rodar o maior número possível de exemplares desta exemplar cartilha, que realmente deveria estar sendo distribuída em todas as escolas das cidades da Amazônia, para assim a informação chegar até os pescadores e mobilizar toda a população. No Brasil são gastos milhões de reais em campanhas que muitas vezes não são de tanta urgência e importância, as autoridades públicas precisam acordar para esta realidade e apoiar esta iniciativa para preservar os Botos. Confira mais informações na seção de comentários aqui no blog da gente.

A população não só do Amazonas ama os dóceis Botos vítimas de violência

Fontes: www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com

10 comentários:

  1. Logo mais, ainda hoje à tarde, estaremos colocando aqui mais informações e comentários, aguarde a nossa edição para atualizar mais ainda esta matéria.

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  2. Confira logo mais esta seção de comentários, você pode por aqui também a sua mensagem ou se preferir, envie por e-mail para a redação do nosso blog de ecologia e de cidadania navepad@netsite.com.br

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  3. Outra opção é vc contatar nosso editor de conteúdo deste blog pelo e-mail padinhafranca603@gmail.com

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  4. "Mais um absurdo que precisa ser contido, se trata de algo cultural no Amazonas, mas de toda forma é violência e crime": comentário de Pedro Simões, pesquisador da USP (Biologia) pesquisando no Rio Amazonas e afluentes.

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  5. "Desde 2003 já havia denúncias deste extermínio de Botos na Amazônia, não só para isca de pescadores da Piracatinga, mas redes de pesca também": comentário de José Luiz Matos, de Manaus, agente de ecoturismo.

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  6. "O MP, a polícia ambiental e não só os ecologistas precisam agir, além do mais os Botos Cor de Rosa são raros e únicos no mundo, são completamente dóceis e apenas curiosos. Biologicamente, é uma espécie que carrega no seu componente genético 30 milhões de anos de evolução, que só existe nos rios da Amazônia": comentário de Sannie Brum, bióloga do Instituto Piagaçu, do Amazonas.

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  7. "A matança de Botos se intensificou nos últimos dez anos por causa do peixe Piracatinga, também conhecido como Urubu-d’água ou Douradinha porque come carniça. Pescadores da região matam Botos e também Jacarés para usar como isca em armadilhas. Colocam a carne em caixas para atrair os cardumes.
    Em junho desse ano, a Polícia Civil do município de Tapauá, no Amazonas, encontrou de uma só vez mais de 20 botos esquartejados. Os donos do barco fugiram e ninguém foi preso. Flagrantes como este são raros e por isso é difícil impedir a matança e punir os culpados": comentário de Manoel Branco, ecologista que vive em Belém do Pará e trabalha como técnico de Fruticultura.

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  8. "A população da Amazônia não costuma comer Piracatinga. Esse peixe só passou a ter valor comercial por causa da demanda nos países vizinhos, principalmente a Colômbia, que é o maior comprador. Entretanto, de acordo com biólogos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, o peixe carniceiro estaria também sendo vendido no Brasil, com o nome fantasia de “Douradinha”. O Ministério Público Federal instaurou um inquérito civil para apurar a situação": comentário também de Manoel Branco, do Pará que nos enviou esta notícia de site da Amazônia.

    O procurador da República Rafael Rocha considera o caso gravíssimo. “Considero gravíssimo. Porque além das pesquisas em relação à taxa de mortalidade, tem as notícias recorrentes de que são encontradas carcaças de botos.”

    O boto é o único golfinho que vive em água doce e, como seus primos do mar, usa um sistema de ecolocalização, um sonar. É assim que ele consegue caçar nas águas escuras da Amazônia. Um boto vive cerca de 40 anos, mas tem uma taxa reprodutiva baixa. A fêmea engravida poucas vezes, tem apenas um filhote em cada gestação e cuida dele por quase quatro anos. Esse é um dos motivos para a espécie ser tão vulnerável a qualquer ameaça.

    "São completamente dóceis e apenas curiosos. Biologicamente, é uma espécie que carrega no seu componente genético 30 milhões de anos de evolução, que só existe nos rios da Amazônia", fala Sannie Brum, bióloga do Instituto Piagaçu.

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  9. "Ativista contra a violência sofrida por animais Hermes do Amazonas escreveu no site golfinhos.net o texto a seguir: Do Botos são apenas retirados os olhos e depois de ressecados são vendidos como amuletos afrodisiacos a turistas de outros estados do Brasil e estrangeiros. Naturalmente o animal vem a morrer e sua carcaça é abondonada para não haver prova do crime, pois a policia não tem como saber quem matou. Esse animal é usado em tratamento fisioterapêutico com crianças portadoras de doenças psicomotoras, além do mais.
    Esses brasileiros que promovem essa matança de botos para atender o interesse de estrangeiros deviam pagar com a vida. Gostaria de trabalhar no policiamento ambiental e fundear os barcos desses pescadores. Esse crime pode ser considerado idêntico a matança de golfinhos pelos japoneses.
    Infelizmente nossos governantes não dão a devida atenção a esses tipos de crime contra a natureza": comentário a nós enviado pelo pesquisador Rafael Pereira, formado pela UFMG, de Belo Horizonte (MG).

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  10. "A Piracatinga ou Douradinha na prática é um urubu das águas, é um absurdo fazer duma espécie nobre, rara e original como os Botos da Amazôni de isca para estes peixes, fortes no medo, também exportam prá Colômbia, States, bem como comer partes destes golfinhos de rio como afrodisíaco a peso de dólar, os rutistas estão sendo enganados e está havendo violência ciontra esta animais préhistóricos de nativos do Amazonas": comentário de Juarez da Silva Fernandes, exportador de Assaí e de outros produtos naturais brasileiros, com escritório no porto de Santos (SP).

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