quinta-feira, 22 de junho de 2017

MICHEL TEMER VETOU MAS RODRIGO MAIA (PRESIDENTE EM EXERCÍCIO) REAPRESENTA PROPOSTAS DE REDUÇÃO DE FLORESTAS DE OUTRA FORMA NUMA MANOBRA JÁ MUITO CRITICADA NO PAÍS E E NO EXTERIOR

Aparentemente Michel Temer ouviu ambientalistas, MP e Gisele Bündchen para vetar Medidas Provisórias de reduzir a proteção de florestas no Pará mas agora as MPs vão virar projeto de lei e assim Rodrigo Maia defenderá mais uma vez e de outras forma os mesmos interesses de ruralistas de cortar 600, 480 ou 300 mil hectares da floresta Nacional de Jamanxim no Pará a dano dos recursos naturais e hídricos da Amazônia: confira aqui um resumo das MPs que serão reapresentadas como projeto de lei amanhã por Maia, Presidente em exercício na viagem de Temer à Rússia


 A luta ambientalista continua: as MPs apenas vão virar agora Projeto de Lei a dano de florestas como a que ainda sobrevive em torno do Rio Jamanxim no Pará


Agora é esperada nova posição da WWF e de Gisele Bündchen
Esta é a área que está no centro da polêmica entre ambientalistas e Governo

Ministério Público já considerou MPs de redução de florestas inconstitucional

Propostas de redução de áreas florestais também motivaram mais desmatamento nas áreas em questão

             Agência Brasil
             www.folhaverdenews.com

9 comentários:

  1. "Esta polêmica está virando uma confusão maior ainda, creio que o Governo vetar as medidas provisórias de redução de florestas mas depois reapresentar amanhã em forma de projeto de lei é uma manobra que pode até ser legal mas considero amoral para não dizer antiética, tentando ludibriar MP, cientistas, ecologistas e gente de boa vontade em relação à natureza do Brasil como Gisele Bündchen": comentário de Juarez Ribeiro, de Brasília (DF), advogado da área empresarial.

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  2. Logo mais, aqui nesta seção de comentários, outras informações e atualizações deste assunto, de muita importância ambiental para o Brasil. Aguarde e confira por aqui, mais tarde.

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  5. "Realmente, o MP, as entidades ambientalistas e todos os que amam a ecologia precisam entrar nessa questão, a remenda de Maia pode sair pior do que o soneto de Temer": comentário de Vilma Pereira Alves, do Rio de Janeiro, que atua com ecoturismo, em especial na região de Angra dos Reis.

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  6. "Sim, o veto foi só uma manobra": comentário de Geraldo Pires de Sousa, de Brasília (DF) que pela manhã ouviu entrevista de Rodrigo Maia, Presidente do Brasil, em exercício: "Estamos mal de Presidente".

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  7. O mesmo Geraldo Pires, exportador, nos envia um material do Estadão, analisando que o projeto de lei que o Presidente em exercício apresentará amanhã em substituição às medidas provisórias, vetadas por Michel Temer, antes de sua viagem à Rússia.

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  8. "Após o presidente Michel Temer ter vetado as medidas provisórias que reduziam áreas de florestas protegidas da Amazônia, o Governo prepara agora um projeto de lei com o mesmo conteúdo, que poderá ser analisado pelo Congresso já a partir da próxima semana. Previsto para ser votado em plenário e em regime de urgência, o texto prevê que os 480 mil hectares da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, poderão ser convertidos em Área de Proteção Ambiental (APA), um rebaixamento de proteção, abrindo espaço para exploração comercial, projetos de mineração e compra e venda de terrenos". (Agência Estado).

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  9. Um acordo já foi selado com o governo no último fim de semana, conforme admitiu o próprio ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, em um vídeo gravado com o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Na segunda-feira, quando os vetos foram publicados pelo governo, o presidente Michel Temer declarou que eram por “contrariedade do interesse público e inconstitucionalidade”. O próprio Sarney Filho comemorou a decisão e disse que a sugestão de rejeição dos textos foi feita por ele. “Os textos das medidas provisórias foram muito distorcidos no Congresso e não poderíamos aceitar tais modificações. Os vetos são uma grande vitória nossa", afirmou no dia 19. "O processo agora será retomado através de uma urgência de um projeto de lei, uma urgência constitucional. Na semana que vem ainda, já vai poder ser votado no plenário esse projeto de lei da Câmara que, provavelmente, com toda certeza, será o deputado José Priante (PMDB-PA), que foi o relator da medida provisória, que será o relator do plenário na Câmara. E no Senado, será o senador Flexa Ribeiro na semana seguinte": comentário ainda do cidadão brasiliense a partir do que leu no Estadão.

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