sábado, 3 de junho de 2017

O MOVIMENTO CIENTÍFICO E ECOLÓGICO EM TODAS AS FRENTES DO PAÍS E DO PLANETA NA LUTA PELO REEQUILÍBRIO DA ECOLOGIA E CONTRA TRUMP VILÃO DO CLIMA

O aquecimento global que aumentará sem o acordo mundial  climático além de desastres naturais, excesso de calor, secas e inundações, causará cada vez mais doenças e epidemias aqui no Brasil em todos os lugares da Terra: este é o editorial do caos alertando sobre o que virá e clamando para irmos já à luta pela própria vida

  
Estamos exatamente a meio caminho entre a destruição...
 
...e uma revalorização dos recursos naturais e da própria vida

As energias limpas podem desde já garantir reequilíbrio ambiental e futuro sustentável


Cientistas americanos, que declaram haver livrado camundongos de laboratório do vírus HIV, que assim poderá ser extirpado por volta de 2020, também lamentaram a posição retrógrada de Donald Trump de tirar os USA do Acordo do Clima, que planeja garantir um mínimo de equilíbrio na temperatura do planeta: por sinal, pesquisadores da UFRJ, que já constataram um aumento do calor até 48 graus no verão passado no Rio de Janeiro, concordam com seus colegas pesquisando em várias universidades da Califórnia, dos Estados Unidos e da Unidade Européia, que já detectaram tendência de a temperatura global bater todos os recordes acima ou abaixo de zero desde 1880, devido às causas já conhecidas do uso indiscriminado de energias fósseis, como o petróleo, bem como o aumento do CO2, da poluição, do desequilíbrio da ecologia em todas as regiões da Terra, relacionando variadas mudanças do clima também com doenças e epidemias. Enfim, lutar contra a decisão absurda do Presidente dos Estados Unidos é fazer valer o também o direito à saúde e à vida. Para exemplificar alguns pontos deste alerta,  a informação é que já no ano de 2016 foi batido o recorde do ano mais quente desde o Século XIX, quando foram feitos os primeiros registros históricos da temperatura, comentaram cientistas na Nasa e da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa). Entre outros levantamentos e estudos sendo concluídos ou feitos agora, segundo pesquisa da Noaa, a média da temperatura da superfície do planeta ficou em 0,94ºC acima da média registrada no século 20, de 13,9%. Desde o século 20 o recorde anual de temperatura global foi quebrado cinco vezes: 2005, 2010, 2014, 2015 e 2016, estando previsto um rombo ainda maior agora em 2107, este é o terceiro ano consecutivo em que o recorde é quebrado, o que causa secas ou enchentes, furacões e outros desastres ambientais, além de doenças e epidemias, que já se tornaram uma das maiores formas de violência da atualidade. De acordo com a Nasa, durante o processo das pesquisas, os meses de janeiro, março, abril, junho, julho e agosto, já ficaram entre os 12 meses mais quentes em 137 anos da história da ciência: "As temperaturas estão atingindo níveis de intensidade que ameaçam a civilização terrestre e sem um programa planetário para recuperar o equilíbrio do clima e da ecologia, a vida se transformará num desafio até o final deste século 21, para todos os países, até os mais ricos, sacrificando mais as populações mais pobres e as nações com estrutura mais precária, agora, quando as energias limpas como a Eólica e a Solar já poderiam estar criando um futuro sustentável e feliz pro ser humano, escravo das sociedades de consumo e das megaempresas transnacionais, refém do efeito estufa, em vez da gente estar celebrando já atualmente uma vida melhor para todos, nossa espécie e esta civilização já estão esperando a morte", comentou por sua vez aqui no blog da ecologia, da cidadania e da não violência o nosso editor de conteúdo, o ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha, resumindo uma série de documentos a que tivemos acesso nestes dias aqui no Folha Verde News. Na mídia internacional, em debate o retrocesso (talvez um golpe midiático infeliz) de Donald Trump) complicando a questão climática mundial, aqui no Brasil, em meio à overdose de corrupção política e do aumento da violência ou da tragédia da saúde pública, a chamada Semana do Meio Ambiente a partir de segunda feira agora e a data tradicional da ONU (5 de junho) se transformaram de luta e esperança em tristeza e clima fúnebre, numa antevisão profética e  real das consequências que virão aí para todo mundo se nossa geração não mudar e não avançar com rapidez a estrutura energética e o nosso estilo de viver.


Impedir a exploração do gás de xisto é uma das lutas mais urgentes por aqui
Urge dar apoio e voz ao movimento dos ecologistas e cientistas aqui e em todo lugar
O mundo está secando na Arábia ou no semiárido do Brasil, a luta pela água...


...contra o desmatamento e a poluição são o caminho do futuro e da vida


É fundamental também optar pela não violência já


Fontes: Agência Ansa
             www.gaianet.com
             www.folhaverdenews.com

7 comentários:

  1. Logo mais, aqui nesta seção de comentários, mais informações sobre esta pauta, ao mesmo tempo ela é internacional ou mundial ou nacional ou local, aguarde a nossa próxima edição, venha conferir e participe você também, temos que debater e agir desde já, indo à luta, pela ecologia da vida.

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  2. "Me desculpe a expressão, Padinha, mas esta é uma pauta filha da puta, no bom sentido, claro, um alerta dum caramba": comentário de Clóvis Pereira, do Rio de Janeiro, engenheiro agrônomo na região dos lagos, que mandou e-mail para nosso editor aqui do blog, faça o mesmo e envie a sua mensagem para padinhafranca603@gmail.com

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  3. Você pode colocar direto aqui nesta seção o seu comentário ou então, de precisar ou preferir, envie por e-mail para a redação do nosso blog de ecologia e de cidadania navepad@netsite.com.br

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  4. "Tem um lado positivo esta loucura idiota e essa megalomania de Trump, está despertando uma reação positiva e a favor do ambiente em todos os lugares, desobediência civil até dentro dos Estados Unidos, como agora na Califórnia": comentário de Elizabeth Ribeiro Borges, de São Paulo, que atua em Brasília (DF) com advocacia.

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  5. "Em dias que Trump demonstra desprezo pelo planeta, aqui a mensagem do rei do Pop": comentário de Fernando Mello, que nos sugeriu este videoclip de Michel Jakson, um clássico da ecologia, Fernando que é empresário, designer, produtor cultural e ambientalista, que vive entre Franca (SP), São Paulo e Rio onde comercializa seus calçados com materiais reciclados e alternativos em renomadas redes de lojas.

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  6. "Oi, galera, esse vídeo podia se chmar, o dia em que Michael Jackson virou ecologista": comentário de Geraldo Ferreira, formado em Biologia pela USP e trabalhando na Bolsa de Valores em São Paulo.

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  7. "Todas as informações, vídeo, fotos, comentários, vejo como um momento de virada para mudarmos essa realidade Trump para outra sustentável e feliz": comentário de Josiane Maranha, de Uberlândia (MG), que é jornalista formada na UFMG em BH.

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