segunda-feira, 10 de julho de 2017

ESTE INSTITUTO AJUDA O NOSSO MOVIMENTO PELA CIÊNCIA, PELA ECOLOGIA, PELA CIDADANIA EM BUSCA DO FUTURO SUSTENTÁVEL NO BRASIL

O Instituto Ecológica (IE) é pioneiro na área de mudanças climáticas no interior do Brasil e acaba de assinar parceria para recuperação de 200 nascentes numa região estratégica para o meio ambiente brasileiro 
 
 
Esta é a região onde atua o Instituto Ecológica que estamos enfocando hoje
 
 
Uma conquista importante para o Instituto Ecológica e a luta ambientalista de todo o Brasil foi a assinatura dum termo de recuperação de 200 nascentes nas bacias hidrográficas do Ribeirão Taquarussu, Rio Lontra, Rio Manuel Alves da Natividade e Rio Formoso, dentro do contexto macrorregional do Tocantins, onde se destacam os rios Araguaia e Tocantins, algo fundamental para a vida das águas e para a restauração florestal dali ao norte do país.
Esta parceria desta entidade da sociedade civil com com órgãos do meio ambiente do estado de Tocantins é oportuna e positiva, estas bacias acima citadas estão sofrendo, já há algum tempo, com o uso e a ocupação desordenados do solo, a expansão da agropecuária e o uso indiscriminado de fogo que provocam desmatamentos, afetando diretamente os mananciais de água responsáveis também  pelo abastecimento público, além do equilíbrio ambiental da região. Um dos integrantes da equipe ecológica ressaltou que "este projeto tem a missão de preservar a biodiversidade local e garantir também a qualidade da água consumida pela população: a partir de hoje serão três anos de muito trabalho e dedicação à nossa natureza, que certamente devem proporcionar efeitos positivos com a manutenção da biodiversidade e da nossas águas".
 
 
O reflorestamento junto às nascentes faz parte do trabalho do IE

Líderes do Instituto Ecológica (IE) buscam avanço socioambiental

Momento da assinatura da parceria a bem de 200 nascentes regionais no Tocantins
 
 
 
Fundado no ano 2000 em Palmas, Tocantins, o Instituto Ecológica (IE) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP): "Nossa missão é atuar na diminuição dos efeitos das mudanças climáticas por meio de pesquisa científica, conservação do meio ambiente e apoio ao desenvolvimento sustentável de comunidades", informa o site da IE que é a fonte de informação desta matéria do nosso blog de ecologia e cidadania Folha Verde News, prestes a atingir a marca de 500 mil visualizações na web. Temos feitos centenas de denúncias e críticas, milhares de postagens e desta vez, nossa intenção é a de elogiar esta equipe ecológica, estimulando assim um aumento das ações de todo o nosso movimento ambientalista em todas as regiões do Brasil. No caso do Instituto Ecológica, esta entidade ao longo dos últimos anos, vem contribuindo para a redução de emissões em nível local através da promoção do uso de energias renováveis, reflorestamento e capacitação de famílias e profissionais na região do entorno da Ilha do Bananal, ao sudoeste do de Tocantins.
 

    Rio Tocantins revela a força potencial desta macrorregião
     



    O trabalho do Instituto Ecológica: 460.000 toneladas de carbono reduzidas.

  • 46 estudos em mudanças climáticas, energia renovável, desenvolvimento social e biodiversidade.


  • 2.323 hectares de florestas nativas conservados.


  • 300 hectares de florestas restauradas.


  • 6.480 pessoas treinadas.


  • 110 famílias incluídas no mercado por meio de produtos sustentáveis e recursos florestais. 

Estes são alguns dos resultados positivos da atuação do IE.



    Rio Araguaia fundamental para todo norte do país


No âmbito global, o Instituto Ecológica é reconhecido internacionalmente pela metodologia do Carbono Social, que evoluiu para um padrão de certificação de créditos de carbono, o Social Carbon Standard. O Carbono Social foi concebido durante a implementação do primeiro projeto de sequestro de carbono do Brasil, na Ilha do Bananal, com o diferencial de garantir o envolvimento das comunidades na iniciativa. Com cerca de 60 projetos certificados, o Carbono Social atualmente replica sua experiências de sucesso em países como China, Índia, Turquia e  Indonésia. Mais uma razão para destacarmos aqui, agora, o trabalho exemplar do IE para a criação do nosso futuro sustentável.



Uma das equipes de ação do Instituto Ecológica (IE)
 
             www.folhaverdenews.com
 

8 comentários:

  1. Logo mais, por aqui nesta seção de comentários, outras informações sobre o Instituto Ecológica. Aguarde nossa próxima edição e confira.


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  2. Você pode colocar aqui direto a sua manifestação sobre esta pauta de hoje, se preferir ou precisar, envie a sua mensagem pro e-mail da redação do nosso blog de ecologia navepad@netsite.com.br



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  3. Você tem também a opção de entrar em contato com o nosso editor de conteúdo deste blog para enviar a sua mensagem ou sugestão ou crítica ou material como fotos, artes, vídeos, mande o que você precisa mandar para padinhafranca603@gmail.com


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  4. "Em meio a uma realidade cheia de corrupção, desvios e erros, espero que este Instituto Ecológica seja digno desta missão a que se propõe, nosso país carece disso": comentário de Alberto Lima, engenheiro florestal pela Unesp e com atuação hoje no sul de Minas Gerais.

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  5. "A gente quando vê entidades lindas assim, sempre teme também que seja uma ONG tipo "chapa branca", algo que ultimamente prospera no meio, esperamos que o Instituto Ecológica leve adiante seus projetos priorizando a ecologia e a sustentabilidade": comentário de Armando Peres, biólogo, formado pela USP, pesquisando atualmente no Espírito Santos, bacia do Rio Doce.

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  6. "Eu já tinha ouvido falar deste instituto e soube que mantém um centro de pesquisa. Se trata do Centro de Pesquisas Canguçu no sudoeste do Tocantins creio que dentro do Parque Nacional de Araguaia, na Ilha do Bananal": comentário de Maria Júlia Pereira, de São Paulo, professora de Geografia na rede pública estadual.


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  7. Professora Maria Júlia Pereira nos envia de SP uma notícia sobre o Centro de Pesquisas Canguço do IE. "O CPC gera oportunidade para diversas produções científicas, dissertações e teses de mestrado e doutorado. O trabalho no Canguçu é conduzido em parceria com as instituições de pesquisa nacionais e internacionais que incluem o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP), a Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), a Universidade Luterana do Brasil (CEULP/ULBRA), a Universidade Federal do Tocantins (UFT), e a Universidade de New Hampshire (UEA), entre outras". (Site do Instituto Ecológica).

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  8. "Deveria ser feito um programa nacional de recuperação das nascentes, erosão, seca, poluição, agrotóxicos e abandono estão acabando com estas reservas de água em todas as regiões do país": comentário de Ronaldo Marques, de São José dos Campos, que se dedica ao mercado de produtos orgânicos.

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