quarta-feira, 27 de setembro de 2017

AÇUDES, NASCENTES, CÓRREGOS, RIOS E OCEANO ATLÂNTICO SOFREM PORQUE NO BRASIL TAMBÉM O SANEAMENTO AMBIENTAL AINDA É PARCIAL E DEFICIENTE POLUINDO NOSSAS ÁGUAS


Escassez de saneamento básico em grande parte do Brasil é o alerta dos especialistas em meio ambiente e em saúde pública: confira a pesquisa feita agora quando a seca é um fator que complica ainda mais a situação

 

 



9 comentários:

  1. O saneamento básico é um problema pouco discutido diante da gravidade dos efeitos causados pela falta dele, somada a uma gestão ambiental em geral muito precária no país, algo que se agrava mais ainda com a seca na atualidade de várias regiões brasileiras.

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  2. O próprio Ministério do Meio Ambiente em Brasília analisou o levantamento da ANA como "um alerta em um momento de grandes dificuldades políticas, institucionais e financeiras que o país atravessa. É preciso deixar bastante transparente o que vem ocorrendo com as nossas cidades neste setor".

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  3. Para técnicos especializados, apenas o aporte financeiro não é suficiente para a universalização do saneamento, se não houver capacidade adequada de administração do serviço. Constitucionalmente a questão dos esgotos é dos estados, como o lixo é dos municípios. Mas é óbvio que a ANA, o Ministério do Meio Ambiente e o Governo têm que trabalhar para promover a repartição das responsabilidades e solucionar este drama antes que o pais se torne um caos ambiental, a dano também da saúde pública. Uma nova gestão é fundamental e urgente, alertam.



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  4. "Este levantamento mostra que a questão hídrica precisa entrar de vez na agenda política e mostra a relevância da questão do tratamento de esgotos para a saúde e qualidade de vida da população": comentário de Para o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu. Segundo ele, existem no país vários exemplos de sistemas de esgoto que foram abandonados ou sequer entraram em operação, devido a problemas associados à gestão: “É comum que estações de tratamento de esgoto não funcionem adequadamente, em razão da falta de planejamento e capacidade de gestão”.

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  5. "Um relatório com essa dimensão tem possibilidade de estimular análises muito grande que podem contribuir para que o desenho das políticas públicas reflitam a necessidade do saneamento básico. Em geral, como muitos municípios não tem organização institucional capaz de dar conta do problema, as obras e investimentos que são feitos não tem o resultado que a sociedade espera e que a tecnologia atual pode alcançar. Queremos que mais cidadãos, ativistas de recursos hídricos e mais e mais prefeitos sejam 'contaminados' por essas informações e tenham um instrumento adequado para enxergar o problema que têm e que essa questão entre na agenda de políticas públicas, onde os recursos alocados tenham que ter eficiência do seu investimento, de forma a substituir as decisões eleitoreiras e tomadas de última hora, que levam a perda da qualidade de vida”: comentário também do diretor da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu.

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  6. O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) considera como atendimento adequado de esgoto sanitário o uso de fossa séptica ou rede de coleta e tratamento de esgoto. Dentro desse critério, 55% dos brasileiros dispõem do serviço básico. O Plansab também tem um hotsite onde é possível acompanhar a situação do saneamento em cada município. Uma situação dramática em pelo menos metade do Brasil.

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  9. "A destinação de verbas e uma gestão avançada em saneamento deveria ser a prioridade maior do país devido ao alcance dos problemas neste setor": comentário de Geraldo Santos Neto, engenheiro civil, que atua na região do Litoral Norte de São Paulo.

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