sexta-feira, 15 de setembro de 2017

ESTÁ SENDO DEBATIDA A MAIOR CAUSA DE DOENÇAS E DE MORTES NO PLANETA ATUALMENTE (ELA É AMBIENTAL)



A exposição aos resíduos químicos pode ser vista já como a  maior causa de mortes no planeta segundo está debatendo agora a Organização das Nações Unidas

 


Pesquisas que mostram que os agrotóxicos causam cerca de 200 mil mortes por envenenamento a cada ano em todo o mundo
Só doenças de manipulação de agrotóxicos causam 200 mil mortes por ano
 
As últimas pesquisas organizadas pela ONU mostram, por exemplo, que somente o uso de agrotóxicos causa cerca de 200 mil mortes anuais, por envenenamento, em todo o mundo.
O relator especial das Nações Unidas sobre gestão e eliminação racional de substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak alertou, na sua manifestação em Genebra, que a exposição aos resíduos químicos pode ser a maior causa de doenças e mortes tanto no Ocidente como no Oriente. Tuncak declarou que os efeitos da exposição à poluição no ar, na água e nos alimentos têm maior impacto nos grupos vulneráveis. A informação está sendo divulgada como de extremo interesse pelas emissões de rádio da ONU News.


Reunião da ONU em Genebra abriu espaço para discutir esta informação


Para Baskut Tuncak, os efeitos da exposição à poluição no ar, na água e nos alimentos têm hoje o maior impacto sobre a saúde e a qualidade de vida da população mundial, com um agravante, este tipo de poluição mata mais os mais pobres, de forma desproporcional, com mais de 90% da incidência de doenças associadas ocorrendo em países de baixa ou média rendas. O Brasil está neste circuito de perigo. Crianças e grupos minoritários são os mais afetados. O especialista destacou ainda que bilhões de pessoas estão do “lado errado” do que chamou de “divisão tóxica” e não conseguem ter proteção nem obter compensação diante da grande indústria causadora de doenças. 


A poluição está no ar, na água e até nos alimentos

Crianças e comunidades ou países mais pobre: os mais afetados



Baskut Tuncak disse que os impactos da poluição e dos resíduos tóxicos já são “evidentes ao extremo", mas muito pouco tem sido feito para enfrentar esta crise de saúde pública. As declarações do relator constam de um informe  urgente apresentado ao Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas  Para Tuncak, o motivo dessa inação se deve aos interesses a que se submetem os países bem que a desinformação de alguns órgãos que promovem os direitos humanos no exterior, ignorando questões que hoje em dia deveriam ser enfocadas como essenciais em termos de meio ambiente e também de saúde pública. Enfim, este problema acaba por envolver também a falta duma gestão governamental sustentável de desenvolvimento, que seja capaz de equilibrar os interesses ecológicos e humanos com os econômicos, mudando e avançando o atual estilo de vida em cada país (no Brasil também) e no planeta na atualidade.  


A exposição a resíduos aumenta em vários ambientes

A solução é mudar e avançar a estrutura atual da vida

Energias limpas e desenvolvimento sustentável são a alternativa

(Mais informações na nossa seção de comentários: confira e deixe aqui no blog da gente a sua mensagem ou opinião sobre este problema ambiental que é a maior causa de doenças e mortes no mundo)


Fontes: ONU News
             www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com


8 comentários:

  1. "Aproximadamente 23% de todas as mortes prematuras no mundo são causadas por problemas de degradação ambiental, com número estimado em 12,6 milhões de mortes no ano de 2012. Os dados estão no relatório Meio Ambiente Saudável, Povo Saudável (Healthy Environment, Healthy People, em inglês), lançado esta semana": comentário no site Exame.

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  2. O Pnuma ressalta na informação que as diferenças regionais dessas mortes são grandes, indo de 11% nos países europeus que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico e chegando a 28% no Sudeste Asiático. As principais causas evitáveis de morte que o Pnuma cita como ligadas ao ambiente são as doenças diarreicas, lesões causadas por atividades de risco ou situação de moradia insalubre, asma, malária, lesões de trânsito, infecções respiratórias, obstrução pulmonar crônica, doenças cardiovasculares, cânceres e doenças músculo-esqueléticas causadas por estresses e posturas incorretas no trabalho e acidentes domésticos, contato com resíduos tóxicos.

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  3. "No caso do Brasil, a poluição do ar nessa época de queimadas e de tanta seca em muitas áreas do país tem aumentado a incidência de infecções respiratórias ou obstrução pulmonar crônica entre outras doenças que levam à morte, foi o que eu ouvi numa rádio tipo ONU News": comentário de Pedro Alves, de São Paulo e que morava antes em região do Cerrado no Mato Grosso.


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  4. A poluição do ar tem sido, a principal causa de morte por degradação ambiental, segundo o Pnuma, ela é responsável por 7 milhões de falecimentos por ano. O professor Luiz Maia, do departamento de meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em monitoramento da qualidade do ar, destaca que o problema é considerado uma emergência de saúde global, um drama em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo.

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  5. “A gente precisa manter uma rede de monitoramento funcionando para gerar dados, haver estudos epidemiológicos. Por exemplo, a correlação, com a mortalidade é pouco conhecida no Brasil": comentário do professor Luiz Maia, (Qualidade do Ar da UFRJ) que explica que a rede de monitoramento de poluição do ar está desligada no Rio de Janeiro, por falta de recursos.

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  6. "Estudos de problemas respiratórios são feitos em todo o Brasil, mas mortalidade é uma coisa mais restrita porque há dificuldade da informação. A qualidade da informação de mortalidade não é tão satisfatória para se fazer uma intercomparação com os dados gerados de qualidade do ar. Monitorar é o primeiro passo para a gestão do problema, onde serão identificadas as causas da poluição para, a partir daí, serem elaboradas políticas públicas de mitigação": comentário também do professor Luiz Maia, da UFRJ.

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  7. Primeiro a gente precisa entender bem como funciona o problema de poluição do ar, para depois fazer como a Alemanha fez, que tinha uma rede enorme de monitoramento por todo o país. Eles mediram sistematicamente, constataram que determinados lugares não apresentavam determinados poluentes e otimizaram a rede, tirando de alguns lugares e levando para outros. Tudo o que está sendo medido é específico de acordo com a necessidade de cada lugar: trecho de matéria do site da revista Exame sobre este problema.

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  8. O relatório do Pnuma da ONU aponta que a implementação de medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa pode salvar a vida de 2,4 milhões de pessoas por ano até 2030.

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