quinta-feira, 21 de setembro de 2017

POLÍTICA ATUALMENTE NO BRASIL VIOLENTA OS DIREITOS DA CIDADANIA: PRECISAMOS URGENTEMENTE MUDAR A ESTRUTURA DO PAÍS E DA REALIDADE DA NOSSA VIDA



Muitos partidos e pouca ideologia, comenta Gilson Alberto Novaes no site nacional socioambiental EcoDebate: ele é professor da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie em Campinas (SP) onde coordena Centro de Ciências e de Tecnologia



Cidadania para mudar a realidade da política e da vida



"Digo sempre que uma das coisas que dão certo no Brasil é criar um partido político. É verdade....Os partidos políticos até hoje, gozam de algumas regalias que fazem os espertos em política ficarem ávidos por eles. Pudera! Recebem grana, até em anos que não se tem eleição, polpudas verbas do Fundo Partidário, têm acesso à rádio e TV graciosamente e podem negociar com o governo, embora sejam partidos com pouquíssima representação na realidade. Isso tem que mudar. Vai mudar?...Temos hoje no Tribunal Superior Eleitoral, 67 partidos aguardando seus registros. Somados aos 35 já existentes, se todos forem aprovados, teremos 102 partidos políticos no Brasil. Pode?"...


Movimento de jovens no Brasil podem mudar esta situação com seu apoio


Continue a conferir os comentários do Dr. Gilson Alberto Novaes - "Os partidos tradicionais no início do século passado, tinham um discurso classista. Falavam para classes sociais, proletários, burgueses, católicos, protestantes. A chamada para a participação popular se dava através dos militantes, que eram diferentes dos eleitores e simpatizantes. Estes, os militantes – que ainda vemos hoje, são aqueles que, mesmo diante de provas cabais, continuam defendendo seus líderes como se eles fossem santos. Os militantes de antes eram autênticos, pagavam para participar. Hoje…Sim mas é muito importante a gente lembrar que naquela época, o financiamento dos partidos vinha dos seus filiados, muito diferente de hoje, que os partidos existem de olho nos subsídios estatais. (Ou de outras fontes e malas, comentário do editor deste blog Folha Verde News). 




"Depois da Segunda Guerra Mundial, legendas com um discurso mais amplo. Os partidos então, se aproximam do estado, distanciando-se do povo. Lamentavelmente a partir daí os militantes de fato recuam, pois, os grupos de interesse passamentão a financiar as legendas. 80% das siglas existentes hoje, surgiram nas três primeiras décadas depois da redemocratização do país. São de ideologia política e doutrinas como liberalismo, social-democracia, socialismo, trabalhismo, comunismo e outras. Longe de serem uma ponte entre a sociedade civil e o estado como eram os partidos anteriormente, os partidos atuais estão desconectados do eleitor. Cada vez mais o voto é na pessoa, seja ele quem for e que ideologia professe. Estando longe da vigilância dos eleitores – pelo menos até a próxima eleição – os deputados agem, pouco se lixando para os seus partidos. Depois de eleitos, se juntam às famosas frentes parlamentares que tratam dos mais diversos temas e agem à vontade para negociar votos com o Executivo. Uma vergonha!". 


Também aqui no blog vídeo com Monja Coen Sensei sobre espiritualidade pura (que não tem na política e nem na vida hoje no país e no planeta)

Continue a seguir a curtir o texto do professor e advogado Gilson Alberto Novaes, de Campinas (SP): "A moda agora é tirar o “P” dos partidos e mudar seus nomes. Pensam que o eleitor é bobo! Os partidos políticos são mal vistos pela população. Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas no fim do ano passado, dão conta de que os partidos políticos estão em último lugar no quesito confiabilidade do povo, com menos de 7%. Só de partidos que se dizem defensores dos trabalhadores temos nove, que se dizem democratas temos quatro, socialistas temos três, social-cristão três, comunistas dois, e outros, além do Partido da Mulher, cujo presidente é um homem. Uma festa! Entre os que estão esperando aprovação do TSE para engrossarem essa lista, temos a volta do PDS, da ARENA, do PRONA, da UDN. Tem também o Partido Militar Brasileiro, Partido Nacional Corinthiano, Partido da Família Brasileira… tem para todos os gostos! Vamos ver até onde vamos" (Este texto do Dr. Gilson está sendo divulgado aqui neste blog também por colaboração de Tatiane Costa).

A não violência e a cultura da vida podem ajudar nas mudanças e avanços

(Confira a seção de comentários deste blog de cidadania e participe deste debate)

Precisamos mudar e avançar a realidade: só assim o país vira uma nação de verdade



Fontes: www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com

7 comentários:

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  2. "Ninguém, nenhum partido ou nenhum pseudolíder nem mesmo nenhum movimento social podem se considerar donos da verdade, temos é mais que a população exercermos crítica, crítica, crítica, colocando em ação o que a gente acredita que possa mudar essa realidade, como livre manifestação de cidadania. E aí acho que os partidos perdem força mesmo que continuem existindo, não são os políticos que vão direcionar tudo, aliás, deveria ser a população que deveria direcionar os políticos": comentário de Geraldo Fernandes, estudante de História da Unesp, que veio do Mato Grosso e está agora no interior de São Paulo.

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  3. "Pegando um gancho no que vi aí na mensagem do estudante de História, é isso mesmo e na minha opinião quem irá liderar a população são os cientistas e os ecologistas que têm mais informação de como mudar a situação": comentário de Sueli Melo, de Brasília (DF) onde trabalha, ela que diz morar em Tabatingua, atua como agente de ecoturismo.

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  4. "O texto do professor de Direito é bastante bom, a edição desta página no blog muito boa mas o que me chamou mais a atenção foi a mensagem do vídeo da Monja Coen Sensei, falando que precisamos ampliar a nossa percepção da realidade, também no caso da política, isso ajudaria demais": comentário de Josiane de Almeida Santos, de São Bernardo do Campo, educadora ambiental.

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  5. "Com certeza, a filosofia, a ideologia ou o idealismo, coisas como a não violência ou a cultura naturista, tudo isso ajudaria muito a dar um sentido maior à política, mas quem enxerga isso são poucos, como este professor de Direito, alguns cientistas e ecologistas ou ainda pessoas mais sensíveis e espiritualizadas como esta Monja que está no vídeo, parece outro mundo": comentário de Arnaldo Salles, de Juiz de Fora (MG), médico sanitarista.

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  6. "Sem dúvida, esse é um post prá gente copíar e espalhar, divulgando especialmente entre os jovens esse lance da cidadania": comentário de Elizabeth Moreira, empresária, de Niterói (RJ).

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  7. "para que 100 partidos se não há 100 ideologias?": comentário de Marcos Borges, esteticista e líder de cidadania pelo movimento negro, de Franca (SP).

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