sexta-feira, 13 de outubro de 2017

COM UM MÍNINO DE GESTÃO AMBIENTAL OS RIOS E OS OCEANOS FICARIAM LIVRES DA OVERDOSE DE PLÁSTICO QUE POLUI CADA VEZ MAIS NOSSAS ÁGUAS


Melhor gerenciamento de resíduos de plástico em poucos rios poderia conter a poluição monstro de plásticos nos oceanos também por aqui no país e no Atlântico

 
Bioplástico e gestão socioambiewntal podem limpar nossas águas

Overdose de plástico chega dos rios e invade também o Oceano Atlântico


Com apoio de Henrique Cortez do site nacional de assuntos socioambientais EcoDebate Katie Cottingham, da American Chemical Society, nos informa que quantidades maciças de pedaços de plástico, que são perigosos para a vida aquática, estão se espalhando nos oceanos e até mesmo nas águas mais claras. Mas como tudo isso começou nas cidades do interior, o processo não foi totalmente compreendido mas já está sendo pesquisado. Agora, cientistas descobriram que 10 rios do mundo, onde os resíduos de plástico são mal administrados, contribuem para a maioria das cargas totais dos oceanos provenientes de rios em todos os continentes O relatório aparece na Environmental Science & Technology, da ACS .

rios são fonte de poluição plástica nos oceanos
Finalmente cientistas conseguem uma saída sustentável para este problema


Milhões de toneladas de resíduos de plástico entram nos oceanos do mundo todos os dias há muitos anos. Esta poluição, quando dividida em pequenos pedaços chamados de microplásticos, pode prejudicar a saúde de toda vida marinha. Limpar tudo, seria impossível, mas reduzir a carga total dessa overdose poderia ajudar a reduzir uma parte da poluição, do ano para as águas e também para a saúde das espécies aquáticas. Para fazer isso, no entanto, em primeiro lugar os pesquisadores precisam de uma melhor compreensão de como o plástico entra nos oceanos  Os rios, que fluem das áreas interiores para os mares, são os principais transportadores de detritos plásticos. Mas os padrões de concentração estão cada vez mais agressivos. Christian Schmidt e vários dos pesquisadores querem ampliar o conhecimento da situação para assim mapear as ações de recuperação da ecologia das nossas águas.

 
 Produção de bioplástico e gestão ambiental mínima...



...podem reduzir a overdose de plástico e limpar as nossas águas

Os pesquisadores analisaram dezenas de artigos de pesquisa sobre poluição plasmática em vias navegáveis. Os estudos envolveram 79 locais de amostragem ao longo de 57 rios ao redor do mundo. Os cálculos dos pesquisadores indicaram que a quantidade de plástico nos rios estava relacionada à má gestão dos resíduos plásticos em suas bacias hidrográficas. Além disso, os 10 principais rios que carregam os maiores valores representaram entre 88% e 95% da carga global total de plásticos nos oceanos, de acordo com os cálculos dos pesquisadores. Eles dizem que reduzir metade a poluição plástica nessas 10 vias navegáveis – a maioria na Ásia mas também na América, na África, na Europa – poderia potencialmente reduzir a overdose de plásticos em todos os rios em até 45% ou seja, recriando uma nova realidade mais ecológica.


Urgente recriar a ecologia de nossas águas e da nossa vida


(Confira na seção de comentários do nosso blog de ecologia mais informações e também mensagens nessa pauta que é superurgente pros que amam a ecologia das águas e da vida)
+ Informação sobre as pesquisas
Export of Plastic Debris by Rivers into the Sea
Christian Schmidt, Tobias Krauth, and Stephan Wagner
Environmental Science & Technology Article ASAP
DOI: 10.1021/acs.est.7b02368
          http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acs.est.7b02368


Fontes: American Chemical Society
             www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com 

8 comentários:

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  3. "Vou fazer um levantamento por aqui e depois envio aí para vocês dados sobre a produção em nosso país de bioplástico, algo que pode ajudar muito também a evitar essa overdose de poluição": comentário de Paulo José Silas, engenheiro que atua em São Paulo.

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  4. Uma bactéria que come plástico além da produção dum material degradável chamado de bioplástico estão entre algumas alternativas da ciência para nos salvar da overdose desta poluição que afeta demais o ambiente e nossas águas.




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  5. "Todos os anos, em todo o mundo, são produzidos 311 milhões de toneladas de plástico, dos quais 90% é obtido a partir do petróleo, enquanto apenas 14% é coletado para a reciclagem. Como corrigir isso? Só um modelo novo de desenvolvimento que seja sustentável": comentário de Lidia Moraes, de São Paulo, que se formou em Biologia pela USP.

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  6. "Um grupo de pesquisadores japoneses identificou uma bactéria capaz de "comer" o plástico. Na verdade, esta bactéria é capaz de quebrar as ligações de PET, o material normalmente usado para fazer as garrafas de plástico. Este estudo foi publicado na revista Science. Os pesquisadores descobriram que a maior parte do plástico produzido no mundo degrada muito lentamente o que constitui um risco ambiental muito grave, especialmente para os oceanos, onde os resíduos de plástico ameaçam os ecossistemas e as vidas dos animais aquáticos, além de todo nosso meio ambiente": comentário qude Marcos Marques, de Belo Horizonte (MG), que nos enviou um estudo também sobre a produção de bioplásticos.

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  7. "Para conter pelo menos em parte o problema da dependência do petróleo, os pesquisadores acreditam que devemos produzir plásticos biodegradáveis ​​a partir de fontes renováveis, mas isso ainda assim não seria uma solução permanente para nos livrarmos completamente da poluição causada pelo plástico. Graças aos estudos mais recentes, cientistas identificaram esta bactéria que seria capaz de degradar completamente o tipo de plástico mais utilizado no mundo, o PET. A bactéria Ideonella sakaiensis 201-F6 desenvolve enzimas que podem quebrar o PET, e seria talvez essa a resposta da natureza para o problema do plástico que acumulamos ao longo deste último século": comentário também de Marcos Marques, pesquisador em BH do problema da poluição.

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  8. A estratégia de usar bactérias para comerem o plástico pode ser útil, juntamente com a reciclagem e a reutilização do PET existente (coisa que já vem sendo feito pela indústria de vestuário que recicla para criar fibras têxteis, por exemplo). E quanto à estratégia de se produzir menos plástico feito de petróleo? Podemos viver só de plástico biodegradável? Podemos salvar nossos rios, mares e oceanos da poluição que lhes causamos? Tudo isso junto e uma gestão em todos os país, no Brasil também, de desenvolvimento sustentável, aliando os interesses econômicos com os ecológicos.

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