sábado, 25 de novembro de 2017

ECOLOGIA EMOCIONAL É O LADO MAIS HUMANO E POÉTICO DA CIÊNCIA DA NATUREZA E HOJE JÁ EXISTE NO BRASIL SITE ESPECIALIZADO SOBRE ESTA ENERGIA PURA PARA ALEGRAR A NOSSA VIDA



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O site Ânimo destaca a Ecologia Emocional que também foi tema de palestra dias atrás no Sesi e no Senai em São Paulo onde o enfoque foi: a maior poluição não está no ar mas no ódio ou na violência da realidade da gente praticamente todos os dias abalando todo nosso ecossistema humano





ecologia emocional cria o ser humano da não violência e da paz



Recentemente, o autor de livros neste conteúdo, psiquiatra e doutor em sociologia Edmundo Gaudêncio (UFCG e UEPB) palestrou comunicando essencialmente este tipo de mensagem a adolescentes e jovens que convivem dia a dia na Grande São Paulo com a poluição e a violência. Além da informação técnica (importante para atualizar profissionais que atuam na aferição das emissões de gases poluentes), aos poucos a palestra foi sendo encaminhada para a ecologia humana, levando em conta a violência que todos os dias quase todos da população urbana sofrem. E então, nos informaram que o Dr. Edmundo questionou: - Qual a emissão de poluentes sócio-comportamentais que lançamos nos ecossistemas humanos em que convivemos? Qual nossa patada ecológica relacional? Estamos usando por analogia o termo pegada ecológica para mensurar o quanto de insustentabilidade produzimos com nossos hábitos de consumo e estilo de vida. Pois bem, qual o tamanho e impacto de nossa convivência com outros?"...


Poluimos e deixamos sequelas em nossas relações com outras pessoas

A ecologia emocional renova a poesia da vida a cada instante


"Precisamos nos policiar quanto a isso, fazendo nossa parte para a melhoria da ecologia emocional de onde habitamos e passamos boa parte do dia: no mundo do trabalho, estudos e da família. A primeira coisa é reduzir a emissão de dejetos emocionas.  São eles as expressões de agressividade, indiferença às necessidades do outro, dominação, pessimismo, mágoas, invejas, desprezo e preconceitos. Esses dejetos tóxicos não só é ruim para quem é exposto a eles, mas principalmente para quem os emite. Os técnicos do Sest e Senat quando vão á campo levam um aparelho que mede as emissões e a partir das medições, recomendam soluções tecnológicas para redução das mesmas. Nos humanos temos duas formas de aferir nosso nível de toxidade: a primeira delas é na busca pelo autoconhecimento, é quando a pessoa saca que algo está estragado dentro dela,e que lança parte desse estrago nos outros, causando muito mal a eles. A segunda, é um gesto de profunda coragem, e se dá quando a pessoa pergunta a quem ela confia como está sendo percebida, em suas interações sociais. No mais das vezes nem temos ideia do quanto estamos ficando ranzinzas, pessimistas, chatos e agressivos, até que um amigo nos dê um toque"...


Como diminuir o efeito estufa do lixo emocional que poluímos em redor de nós?


Em vez de solidão e tristeza ecologia emocional (energia pura)


"Precisamos também conter o processo de contaminação emocional nos outros. Quando estamos cheios de sujeira emocional, os dejetos, acabamos por influenciar as pessoas ao nosso redor, contaminá-las com nossos mau-humor e visão de mundo negativa. Você pode conter esse processo de duas maneiras. Se é um emissor, pode segurar mais a onda. Ao reconhecer que algo dentro de si está fedendo, fechar as portas de seu coração e boca, para não levar esse fedor aos outros. Uma atitude de muita compaixão pela saúde emocional do ambiente em que vive.  Se é um receptor de contaminação emocional, você pode evitar relacionar-se com essa pessoa. Ou criar barreiras internas que evitem que você passe a operar na mesma frequência dela, aí então se contaminando pelos dejetos que ela lança, indistintamente.  É uma escolha. Aliás, ser mais feliz é uma escolha racional e ecológica. A terceira atividade necessária no cotidiano da gente é diminuir o efeito estufa. Tudo segue um fluxo:  dejetos emocionais são lançados no ecossistema humano,  contaminamo-nos com eles, e essa poluição cria uma atmosfera asfixiante para se viver e trabalhar, como um efeito estufa emocional. Você dá deve ter vivido alguma situação assim. Daquelas em que parece que estamos dentro de uma panela de pressão, que tudo fica carregado. Onde tudo é motivo par explosões, desconfiança e melindres. O ambiente relacional fica degradado e é custoso fazer algo junto com as outras pessoas. Como diminuir esse efeito estufa? Sendo menos um que lança dejetos emocionais na atmosfera da equipe, escola ou da família. Fazendo a sua parte. No lugar de dejetos lançar coisa boa no ambiente: ajuda fraterna, amizade, paz, diálogo, empatia e respeito. Se cada um fizer a sua parte, para um melhor ecossistema humano, o efeito estufa diminuirá muito. O problema é que um fica esperando pelo outro". 


A poesia da vida ajuda a ecologia humana e o ânimo para ir à luta 



ecologia emocional planta a alegria e a saúde entre nós




O nível mais insustentável da falta de ecologia humana se dá após o fluxo: dejetos que levam a uma contaminação de baixarias e efeito estufa emocional. Chuva ácida comportamental. Quando estamos chovendo assim, acabamos com qualquer espécie de esperança que vingue ao nosso redor, inclusive com a nossa. E matamos a vida que teima em acontecer e se renovar a cada instante. Ficamos brutos e perdemos a poesia e as utopias. Nada presta, ninguém presta e tudo tudo está muito ruim, e vai piorar, é assim que fazemos ao chover acidez comportamental. Com isso se anula qualquer possibilidade de reinvenção pessoal, de renovação e até de inovação ou expansão das fronteiras da consciência e do pensamento, de construção de alternativas, ou de acolhimento e gratidão pela vida possível que temos. Na chuva ácida relacional, contabiliza o que o outro, a realidade e a própria pessoa tem o que lhe faz falta, se perdem capacidades de valorizar o que sobra de bom, no outro, na realidade e em si mesmo. A chuva ácida destrói valor social, diminuindo a boa coletivo-vivência. Este contexto de aumento da insalubridade relacional é mundial, explode nas corporações do trabalho, famílias e instituições de ensino, lugares de maior investimento de tempo das pessoas. E, cada um precisa fazer sua parte, assim como fazemos na ecologia ambiental, ao fechar a torneira ao escovar os dentes. Nossa parte pode ser a de não aumentar a insustentabilidade humana do ambiente em que convivemos.  Ser pessoa de paz, de gratidão, de diálogo, de respeito às diferenças e ética. Ser pessoa de amizade, de compaixão, de empatia,  de cooperação e comprometimento com a saúde emocional. O efeito disso será muito bom, inclusive para os outros que conosco conviverem, pois sairão mais dispostos e animados para enfrentar as dificuldades diárias. E não ao contrário. E, em tempo de ambientes tão tóxicos, se isso acontecer será uma contribuição e tanta para o equilíbrio e a alegria de viver". (Resumo do texto do Dr. Edmundo Gaudêncio).


A gente pode plantar a ecologia emocional em nosso meio




Fontes: www.animodh.com.br
             www.folhaverdenews.com  

9 comentários:

  1. Esta canção de Chico Buarque que postamos hoje de propósito aqui em nosso blog, debatendo ecologia emocional, serve para ilustrar que podemos passar uma mensagem poética para as outras pessoas no ambiente em que a gente passar.

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  2. Até para a nossa equipe 10 aqui do blog foi um pouco de novidade o texto do Dr. Edmundo Gaudêncio, que é psiquiatra e sociólogo, sendo um pioneiro no Brasil de Ecologia Emocional.

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  3. Logo mais, postaremos por aqui mais informações nos comentários tanto sobre a ecologia humana ou emocional como também as mensagens que a gente receber sobre esta edição: mande sua opinião ou mensagem para o e-mail da redação do blog da gente navepad@netsite.com.br

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  4. Você pode contatar direto nosso editor de conteúdo deste blog para enviar alguma informação, sugestão de pauta, material como fotos ou vídeos, envie pro e-mail padinhafranca603@gmail.com

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  5. "Realmente, o desenvolvimento humano pode ser mais rápido e a gente ser mais feliz se cada um não poluir a vida do outro e o ambiente natural, urbano ou emocional do nosso convívio": comentário de Marina Alvarez, de Santo André (SP), estudante de Letras na Unesp.

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  6. "Esta matéria tem tudo a ver, neste sábado, como a cada 25 de novembro, a força de Minerva, Patria e Maria Teresa se faz sentir, elas foram 3 líderes de cidadania assassinadas a mando de ditador do seu país. A data foi declarada pelas Nações Unidas como o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, em homenagem às três irmãs, um conteúdo que tem a ver com esse post": comentário de Júlio Santos, de Belo Horizonte (MG), economista.

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  7. "Aproveito também para elogiar a música do Chico Buarque que na verdade nunca tinha ouvido com atenção, As Vitrines também é uma canção que contém esse clima de ecologia emocional": comentário do mesmo Júlio Santos, economista em Minas Gerais.

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  8. "Pela minha experiência, creio que três coisas nos passam esta sensação de ecologia emocional, conviver com a natureza, a poesia e toda arte e o esporte também junto com a alimentação saudável, a energia pura é algo até a mais do que a alegria de viver em meio a um mundo hoje tão triste e tão violento, de repente, é uma alternativa de vida mesmo": comentario de Maria Luiza, professroa de Francês na rede pública do Paraná, na região de Curitiba.

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  9. "Eu te vejo sumir por aí
    Te avisei que a cidade era um vão
    - Dá tua mão
    - Olha pra mim
    - Não faz assim
    - Não vai lá não

    Os letreiros a te colorir
    Embaraçam a minha visão
    Eu te vi suspirar de aflição
    E sair da sessão, frouxa de rir

    Já te vejo brincando, gostando de ser
    Tua sombra a se multiplicar
    Nos teus olhos também posso ver
    As vitrines te vendo passar

    Na galeria, cada clarão
    É como um dia depois de outro dia
    Abrindo um salão
    Passas em exposição
    Passas sem ver teu vigia
    Catando a poesia
    Que entornas no chão" (Chico Buarque). E então, tem música que é pura poesia e ecologia da vida, ilustra bem também a pauta de hoje": comentário do nosso editor, ecologista Padinha.

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