segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O FUTURO SERÁ RENOVÁVEL OU NÃO HAVERÁ FUTURO DIZEM CIENTISTAS QUE VÃO À LUTA PELAS ENERGIAS LIMPAS E CONTRA AS FONTES DE PETRÓLEO



A transição energética rumo a 100% de eletricidade limpa, renovável, ao mesmo tempo ecológica e econômica, escreve José Eustáquio Diniz Alves no EcoDebate

 



a transição energética rumo a 100% de eletricidade renovável
Sair das emissões de gases de efeito estufa com energia limpa é a saída


No Brasil José Eustáquio Diniz Alves divulga o alerta da ciência

"A 23a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas (COP23), em Bonn, começou no dia 06 de novembro e tem agenda de atividades até 17 de novembro de 2017. Ela ocorre depois do anúncio da saída dos Estados Unidos do acordo climático global. A principal missão do evento é avançar no desenho das regras para implementar o Acordo de Paris. Embora aconteça na Alemanha, é a primeira COP presidida por uma nação insular do Pacífico, Fiji, que junto com outras nações insulares, estão ameaçadas de naufragar e desaparecer em função do aquecimento global que provoca o aumento do nível do mar", assim começa o artido de José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) no site nacional de assuntos socioambientais EcoDebate nesta semana. Aqui no blog da ecologia e da cidadania uma resumo destas informações superimportantes para o movimento pela criação do futuro. "Realmente o futuro da vida está cada vez mais ameaçado e só mudando a estrutura energética e implantando uma gestão de desenvolvimento sustentável na maior parte dos países, teremos amanhã aqui e em todo o planeta, hoje submisso ao petróleo e seus derivados apoiados por um megalobby internacional". comenta o editor de conteúdo aqui do nosso blog Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha: "Temos que abrir espaço, conhecer, assimilar e divulgar ao máximo estas informações do artigo de José Eustáquio Diniz Alves que sintetizam a saída para que o país e em geral a Terra tenham chance de futuro. 

 Drama das ilhas Fiji sintetiza o da própria Terra..
...nosso planeta submisso hoje ainda a energias não renováveis


"Acontece que as promessas feitas em Paris (INDCs), visando restringir as emissões de gases de efeito estufa até 2030, só fornecerão um terço dos cortes necessários para colocar o mundo no caminho para manter o aquecimento abaixo dos prometidos 2º Celsius. A promessa de 1,5º é praticamente inviável, conforme mostra um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, divulgado antes da COP23. E o Brasil está na contramão do Acordo de Paris. O país emitiu no ano passado 2,278 bilhões de toneladas brutas de gás carbônico equivalente (CO2e), contra 2,091 bilhões em 2015. Trata-se de 3,4% do total mundial, o que mantém o Brasil como sétimo maior poluidor do planeta. O nosso país continua desmatando, investindo em combustíveis fósseis e fazendo pouco para avançar com a energia solar, que é a líder do avanço das energias renováveis. Não existe segredo. Para manter o aquecimento global abaixo de 2º Celsius é preciso fazer uma transição energética global para uma rede elétrica 100% renovável. Esta tarefa que parecia um sonho distante, é totalmente viável como diz a pesquisa publicada pela Universidade de Tecnologia de Lappeenranta (LUT) e Energy Watch Group (EWG). O estudo apresentado agora dia 8 de novembro durante a COP23, mostra que a eletricidade 100% renovável não é uma possibilidade utópica, mas um potencial atual e real", defende José Eustáquio Diniz Alves: "As tecnologias já existem, de acordo com os autores do estudo que afirmam que o potencial de energia renovável existente e as tecnologias (incluindo o armazenamento) já podem gerar energia suficiente e segura para cobrir toda a demanda global de eletricidade até 2050". 

Saídas prontas e seguras, a energia solar...

...e a energia eólica precisam e podem avançar no país e no palneta


Atualmente, os combustíveis fósseis são responsáveis por mais de dois terços da oferta energética do setor elétrico. A transição para 100% renovável seria liderada pela energia solar fotovoltaica (PV) e armazenamento de bateria – representando 69% da matriz energética total em 2050, seguida de vento com 18%, hidrelétrica com 8% e bioenergia com 2%. Esta é a estrutura energética capaz de criar o futuro em meio ao caos do clima e do ambiente que já se mostra na realidade de todo lugar do planeta e nos desafios atuais para que sobreviva a própria vida.  

Energias renováveis para a sobrevivência da própia vida


(Confira na seção de comentários aqui no blog as principais conclusões deste estudo dos cientistas defendendo energias limpas e renováveis como a solar e a eólica) 

Brasil sétimo maior poluidor do planeta mudará?

 
Fontes: www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com


7 comentários:

  1. José Eustáquio Diniz Alves, pesquisador especializado além do mais em eletricidade, pomtuou este artigo que estamos divugando aqui no blog nas pesquisas Global Energy System based on 100% Renewable Energy, Lappeenranta University of Technology (LUT) and the Energy Watch Group (EWG), November 2017 http://energywatchgroup.org/wp-content/uploads/2017/11/20171102_EWG-Study_Key-findings-compressed.pdf

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  2. O autor deste artigo José Eustáquio Diniz Alves escreve direto no portal EcoDebate, é doutor em Demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, tendo ao longo deste seu trabalho se especializado em temas da hora como eletricidade e desenvolvimento sustentável.

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  3. Principais conclusões deste estudo da Universidade de Tecnologia de Lappenranta (LUT) e Enrgy Watch Group (EWG), confira a seguir:
    • O potencial e as tecnologias de energia renovável existentes, incluindo o armazenamento, podem gerar energia suficiente e segura para cobrir toda a demanda global de eletricidade até 2050. Estima-se que a população mundial cresça de 7,3 para 9,7 bilhões de habitantes. A demanda global de eletricidade para o setor de energia deve aumentar de 24.310 TWh em 2015 para cerca de 48.800 TWh até 2050.

    • O custo total nivelado de eletricidade (LCOE) em uma média global de energia 100% renovável em 2050 é de € 52/MWh (incluindo redução, armazenamento e alguns custos de grade), em comparação com € 70/MWh em 2015.

    • Devido à rápida queda dos custos, a energia solar (PV) e o armazenamento de baterias impulsionarão a maior parte do sistema elétrico.

    (Confira a seguir mais algumas conclusões).

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  4. • As baterias são a principal tecnologia de suporte para PV solar. A produção de armazenamento abrange 31% da demanda total em 2050, dos quais 95% são cobertos apenas por baterias. O armazenamento de bateria fornece principalmente armazenamento diurno, e o gás à base de energia renovável fornece armazenamento sazonal.

    • As emissões globais de gases de efeito estufa reduziriam significativamente, de cerca de 11 GtCO2eq em 2015 para zero emissões em 2050 ou mais cedo.

    • A transição da matriz energética global para um sistema de eletricidade 100% renovável tem o potencial de criar 36 milhões de empregos até 2050 em comparação com 19 milhões de empregos no sistema elétrico de 2015.

    • As perdas totais em um sistema elétrico 100% renovável são cerca de 26% da demanda total de eletricidade, em comparação com o sistema atual em que cerca de 58% da entrada de energia primária é perdida.

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  5. Você pode colocar aqui a sua informação ou o seu comentário, se precisar, envie para a redação do nosso blog pelo e-mail navepad@netsite.com.br e/ou se preferir, entre em contato com o editor de conteúdo do nosso blog também para enviar críticas ou sugestões ou material como vídeo ou fotos, mande para padinhafranca603@gmail.com

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  6. "Matéria como essa merecia uma divulgação em massa em horário nobre pelos telejornais do país, no mais das edições carentes de notícias importantes": comentário de Ana Rosa dos Santos Lupi, estudante da Unesp, em Bauru (SP).

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  7. "OK, concordo com o conteúdo desta matéria e então eu pergunto, se não há presente sustentável, haverá futuro?": comentário de Carlos Eduardo Matos, de São Paulo, técnico com Informática e em Internet das Coisas.

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