domingo, 3 de dezembro de 2017

OFICIALMENTE O BRASIL TENTA DAR BOAS NOTÍCIAS MAS PARA CONTRARIAR O CLIMA DE CAOS AMBIENTAL COLOCA O NOSSO PAÍS ATRÁS NO RANKING POSITIVO DO PLANETA

Brasil era o quarto maior produtor de energia renovável do mundo há 5 anos mas só vem perdendo espaço: outros países estão avançando mais nas opções solar e eólica  para implantar sustentabilidade energética o mais rápido possível

 

Em termos de energia o Brasil precisa investir mais para ter futuro


O Brasil chegou a ter a quarta maior produção de energia renovável do mundo e a quarta maior participação de fontes renováveis em sua matriz energética, segundo pesquisa do Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia (publicação anual da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE), do Ministério de Minas e Energia). Estes números foram contestados, ainda em 2012 e 2013, quando relatório indicava que o Brasil produzia 121 Mtep (milhões de toneladas equivalentes de petróleo) de fontes renováveis, ficando então  atrás somente de China (311 Mtep), Índia (199 Mtep) e Estados Unidos (129 Mtep). Estes dados oficiais foram contestados logo depois pelo Relatório BP Energy Outlook (divulgados pela Revista Exame, da Abril), mostrando, por exemplo, em energia solar a liderança da Alemanha (com 34% de toda sua matriz energética renovável), Itália (16%), outros países bem abaixo nesta proporção, como Espanha, Japão, China, República Tcheca, França, Estados Unidos, Bélgica e Coreia do Sul, só depois o Brasil. E ainda mais recentemente, informações da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena) colocam o Brasil na sétima posição entre os que mais investem no desenvolvimento sustentável das energias limpas: a China vem investido mais de 150 bilhões de dólares por ano em energias renováveis, em segundo, em total de investimentos neste setor, aparecem os Estados Unidos (cerca de mais de 50 bilhões de dólares anuais, ultimamente). Lado a lado com a Índia, o Brasil está ocupando a sétima posição neste ranking positivo, investindo em torno de 4 ou 5 bilhões de dólares para atualizar e tornar sustentável sua estrutura energética. Precisaria ser pelo menos três vezes mais, dizem especialistas.

O Brasil precisa se livrar do lobby da energia petrolífera


Energia solar flutuante nas represas hidrelétricas poderá ajudar muito


Fontes: www.brasil247.com
             www.folhaverdenews.com


6 comentários:

  1. Aguarde que nas próximas horas estaremos postando aqui comentários, outras informações e também mensagens e opiniões.

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  2. Você pode colocar aqui a sua visão destes fatos ou então enviar sua mensagem por e-mail para a redação do nosso blog navepad@netsite.com.br

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  3. Material de informação, vídeos, fotos etc pode enviar direto pro e-mail do nosso editor de conteúdo deste blog: padinhafranca603@gmail.com

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  4. "Muitas notícias oficiais têm sido ficções na verdade a realidade é meio triste no setor energético no Brasil, fico até temeroso de nosso país e nosso povo não ter futuro": comentário de Analice Gomes, de São Paulo, atua com Tecnologia da Informação.

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  5. "O país pode chegar a 2050 com uma matriz energética 100% renovável, criando novos postos de trabalho, melhorando a qualidade do ar e a vida de milhões de pessoas e ajudando a combater as mudanças climáticas. O caminho para esse Brasil passa por fazer uma [R]evolução na nossa forma de gerar e consumir energia o mais rapidamente, já nos próximos anos": comentário de um estudo feito pela entidade Greenpeace.

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  6. Segue mais um comentário feito após um estudo deste setor por cientistas e ambientalistas: "E esse caminho é apresentado pelo relatório [R]evolução Energética de 2016. Elaborado pelo Greenpeace Brasil a cada três anos com a colaboração de um grupo de especialistas de renome, a edição mais recente é a primeira a propor um cenário com 100% de fontes renováveis até a metade deste século. O Brasil da [R]evolução Energética tem uma matriz energética mais diversificada e dá mais autonomia para a população urbana, que gera sua própria energia e, ainda, tem cidades com melhor mobilidade. Para as comunidades tradicionais e populações indígenas, esse futuro garante o respeito a seus diretos e dá a segurança de que não serão impactados por grandes obras, como as hidrelétricas propostas atualmente para o abastecimento de eletricidade do país, até no Pantanal e na Amazônia".

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